Deus faz aliança com o Povo

DA ESCRAVIDÃO À LIBERDADE
Por volta de 1250 a.C., os hebreus estavam em plena escravidão no Egito (leiam Ex 5,6-9). Javé, o Deus de Abraão, ouviu o clamor desse povo e enviou Moisés para liderar a luta pela sua libertação (Ex 3,1-10).
Não foi fácil a saída. O Faraó não queria dar liberdade aos hebreus. Ao povo também custava muito acreditar em Moisés e enfrentar o Faraó (Ex 5,4-5; 6,10-12). Só depois de muita resistência os hebreus pegaram a estrada em busca da Terra Prometida.

ALIANÇA: CAMINHO DA LIBERTAÇÃO
Livres, os hebreus quiseram organizar sua nova vida. Esta não seria como no Egito, na opressão e desigualdade, mas sim de acordo com a vontade de Javé (Ex 19,1-8). Uma vontade muito exigente!
Deus quer vida e bem-estar para todos, não só para alguns privilegiados. A vontade de Deus é que o povo viva na justiça e na igualdade, sem violência e sem opressão.
O povo não queria mais viver sem a benção de Javé, o Deus libertador. Sabia que a vida sem Javé era pura escravidão! Antes de Javé chamar a liberdade, o povo hebreu vivia alienado. Com Javé assumia sua própria história. A Aliança nasceu da experiência de libertação.
“Estarei no meio de vocês e nunca mais os rejeitarei! Serei o Deus de vocês, e vocês serão o meu povo” (Lv 26,12)
Na Bíblia, Aliança é o acordo feito entre Javé e o povo hebreu. Deus se compromete a estar sempre no meio do povo. O povo se compromete a caminhar de acordo com a vontade de Deus.
Quando a Aliança é lembrada, Deus ganha o povo e o povo ganha a liberdade. Quando a aliança é esquecida, Deus perde o povo e o povo perde a liberdade. Mas nunca perde a Deus, pois Ele se dá gratuitamente e sempre.

LEI: CHAVE DA LIBERTAÇÃO
Freqüentemente vemos leis que ajudam a oprimir o povo. Quem cria as leis injustas são certos governantes e algumas pessoas da elite econômica, com o objetivo de defender seus privilégios pessoais. Elas não levam à libertação de ninguém.
A lei do povo de Deus não nasceu assim. Ela surgiu de um povo de escravos, de gente humilde que enfrentou os poderosos e confiou somente na força de Deus. Com a lei, o povo queria garantir os direitos de cada pessoa… até dos animaizinhos do campo (Dt 22,6-7)
A lei do povo de Deus tem como objetivo:
• defender a liberdade tão duramente conquistada;
• organizar a vida do povo na justiça e na igualdade;
• anunciar ao mundo todo, pelo testemunho de vida do povo, que Deus é Libertador;
• ensinar o povo a praticar o amor a Deus e ao próximo.

LEI: ESCOLA DA VIDA
Toda lei tem a função de ensinar, ou seja, é pedagógica. A lei de Deus ensina o povo a andar no caminho que leva à libertação.
Quando dizemos: “não mate” (Ex 20,13), não estamos apenas proibindo um ato. Estamos ensinando que uma pessoa não tem o direito de tirar o vida de outra. Também ensinamos que é preciso zelar pela vida do outro como da nossa e que a vida é preciosa aos olhos de Deus.
O apóstolo Paulo explicou o papel da lei na Carta aos Gálatas (3,23-24;4,1-7).
A lei é como a professora que ensina o aluno a ler. Enquanto o aluno aprende, a professora fica ao lado corrigindo os erros.
Em certo momento, o aluno já aprendeu tão bem que não precisa mais da professora. Deixa de ser aluno. A maior felicidade da professora é ver seus ex-alunos se virando sozinho e até ensinando a outros.
Por isso, vemos que muitos aspectos da lei do AT, já não servem para nós, hoje. Elas deram a lição, o povo aprendeu e não precisou mais delas.
Um exemplo é a lei do “olho por olho”: não cobrar de volta mais do que foi perdido (Dt 19,21). Os povos antigos cobravam sete por um (Gn 4,24)! Na época do AT, a lei do “olho por olho” serviu para impedir o povo de se auto-destruir pelas vinganças mútuas. Na época de Jesus, essa lei já estava superada (Mt 5,38-42).

OS MANDAMENTOS
A Bíblia diz que o próprio Deus proclamou as palavras da lei (Ex 20,1). Não era uma lei qualquer! Dela dependia a liberdade e a sobrevivência do povo!
A lei da Aliança é sagrada não só porque se refere à vida religiosa. As leis bíblicas se preocupam com o cotidiano do povo, com situações familiares, políticas e sociais. Elas objetivam melhorar a vida do povo e não estabelecer meras obrigações de devoção.
É sagrada toda lei que promove a verdadeira justiça, defende a vida e ensina o povo a caminhar com Deus.
Entre as várias leis do AT, há um pequeno grupo que se destaca. Para a Igreja, elas formam um resumo do ensinamento do AT e sinal da eterna Aliança entre Deus e a humanidade. São os mandamentos.
Na Bíblia, temos os mandamentos tais como o povo daquela época viveu e ensinou de geração em geração. Vejam em Ex 20,1-17 e Dt 5,1-21.
A assinatura do autor dos mandamentos, em vez de estar no fim, está no começo (Ex 20,2; Dt 5,6):
“Eu sou Javé, seu Deus que fiz você sair da terra do Egito, da casa da escravidão”.
Essa frase é a chave para ler, entender e praticar corretamente os mandamentos.

Os mandamentos não são:
• freios para conter a rebeldia do catequizando ou para causar medo às crianças;
• um dado arqueológico que serve apenas para explicar fatos do passado;
• uma régua para medir a santidade nossa ou dos outros.
Mandamentos são:
• estrada rumo à libertação e à vida em plenitude;
• proposta de vida pessoal e social;
• sinal da Aliança entre Deus e seu povo, que somos nós;
• instrumento pedagógico na educação da fé.

Os mandamentos visam a liberdade do ser humano para a glória de Deus. Não é possível falar dos mandamentos na catequese sem o princípio da interação fé-vida, que promove a participação, o diálogo e o amadurecimento do catequizando pela escuta da Palavra de Deus.

Fonte: Folheto Ecoando 5 – formação interativa com catequistas – Editora Paulus

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Deus na história do povo

Todo mundo sabe como é amizade. Pessoas se conhecem, vão se aproximando devagarinho. Compartilham momentos, crescem na intimidade. Passam por desentendimentos e reconciliações, crescendo sempre mais no amor.
O amor entre Deus e seu povo se parece muito com o amor de marido e mulher (Os 2,21-22; Ct 8,6). É um encontro que vai se aprofundando entre encontros e desencontros.
Vamos ver como a história do povo de Deus foi acontecendo através do tempo. Uma plantinha não cresce da noite para o dia. Assim, também, nosso relacionamento com Deus vai crescendo devagarinho, quando a gente se dedica e abre espaço para Ele.

1850 a.C.: OS PATRIARCAS COMEÇAM UMA NOVA HISTÓRIA
As coisas andavam difíceis na Mesopotâmia, terra de Abraão e Sara. Os altos impostos geravam desigualdade e violência. A religião do país ensinava o povo a se conformar com a opressão. Cada família tinha seus deuses particulares.
Nessa época, o Deus Vivo se apresentou a Abraão e Sara. Ele os chamou para um grande projeto: formar o povo de Deus, que daria a todos os povos do mundo um testemunho de justiça e fraternidade. Para isso, o Deus Vivo lhes concedeu terra e filhos, os maiores tesouros para uma família (Gn 12,1-3). Abraão e Sara abandonaram os deuses para servir ao Deus Vivo e saíram de sua terra em busca de uma vida melhor em Canaã.
A certeza que guiava essa família era a fé no deus Vivo. Abraão e Sara simbolizavam as inúmeras famílias que confiaram no Deus Vivo e buscaram uma vida nova, longe da injustiça e da desigualdade.

1250 a.C.: ÊXODO – DEUS ESTÁ COM SEU POVO
Os hebreus, no Egito, eram obrigados a trabalhar de graça para o Faraó (Ex 1,11). A opressão não tinha limites. Javé, o Deus Vivo, foi fiel à promessa feita a Abraão e socorreu o seu povo (Ex 3,7-8).
Moisés liderou o povo na saída do Egito, chamada de êxodo. A festa que comemora, até hoje, a saída dos hebreus pela mão de Javé é a Páscoa. “Javé” quer dizer: “Eu Sou”, “Eu estou com vocês”.
Com Moisés, os hebreus saíram em busca da Terra Prometida, em Canaã. Fizeram com Javé uma Aliança.
A obediência aos mandamentos era a forma concreta de serem fiéis a Javé, o Libertador (Dt 5, 6-21; 6, 20-23).

1100 a.C. : TRIBOS –TERRA, IGUALDADE E JUSTIÇA
A entrada em Canaã não foi fácil. Os hebreus encontraram nas cidades o mesmo esquema de injustiça do Egito: impostos, violência e opressão.
O jeito foi lutar por uma nova sociedade, baseada na igualdade. Os hebreus se aliaram aos diversos grupos que resistiam contra a opressão em Canaã (Js 2,3-6). Buscaram sua força em Javé, o Deus do Êxodo, na luta contra os reis cananeus (Js 5,1).
Mas, os hebreus não foram fiéis ao projeto de Javé… Acabaram fazendo com os povo de Canaã o mesmo que os reis faziam antes (Jz 1,28).

1010-587 a.C.: REIS X PROFETAS
A partir do reinado de Davi os israelitas se tornaram mais fortes que os cananeus e começaram a imitar o estilo de vida deles. Esqueceram o projeto de igualdade das tribos. Recomeçaram a cobrança de impostos e os trabalhos forçados, gerando miséria.
Em Jerusalém, Salomão construiu um templo a Javé, mas os profetas avisavam que Javé queria justiça e não cultos fingidos (Am 5,21-24).
Os profetas gritavam contra a infidelidade à Aliança com Javé (Am 2,6-10). Os mais conhecidos dessa época são: Elias, Eliseu, Oséias, Amós, Miquéias, Isaías, Jeremias, Sofonias.

930 a.C.: O REINO DOS ISRAELITAS SE DIVIDE
Salomão, o filho de Davi, exigiu muitos impostos do povo, principalmente do norte do país. Seu herdeiro Roboão prometeu fazer o mesmo e o norte declarou independência (1Rs 12,4.13-14.16). Formaram, então, o Reino do Norte (Israel) e o Reino do Sul (Judá).
O Reino do Norte acabou em 722 a.C., quando o império da Assíria invadiu a capital Samaria e levou o povo para o exílio.
Em Samaria, a Assíria assentou outros povos, que foram chamados samaritanos. Ainda na época de Jesus os samaritanos eram desprezados (Jo 4,9).

587-538 a.C.: EXÍLIO – ABALO NAS RAÍZES DO POVO
Em 722 a.C., a Assíria destruiu o Reino do Norte porque não atendia mais suas exigências. Em 587 a.C. foi a vez do Reino do Sul. O império da Babilônia invadiu e destruiu Jerusalém. A elite foi levada para o exílio na Babilônia (2Rs 25,8-12).
Uma grande decepção tomou conta deles. Onde estavam as promessa a Abraão e o Deus poderoso do Êxodo? Javé não era fiel apenas aos israelitas?
No meio da crise, foram percebendo que Javé não era propriedade de Israel. Ele era o Criador de tudo e comandava o universo! Não existiam vários deuses, mas apenas um: Javé (Is 44,6)!
No exílio, o povo reforçou a confiança em Javé.

538-333 a.C.: A RECONSTRUÇÃO DA ALIANÇA
O império babilônio foi engolido pelo império persa em 538 a.C.. Os exilados tiveram liberdade para voltar a seu pais e recomeçar a Aliança. O império persa proibiu os judeus de ter independência política, com rei e exército, mas aprovou a reconstrução do templo.
O templo, nessa época, servia para controlar o povo e para recolher impostos. Por isso, muitos camponeses se opuseram a ele. A briga foi feia mas o projeto do templo venceu.

333-63 a.C.: O POVO DEFENDE SUA IDENTIDADE
Chegou o império grego para dominar os persas e todo o Oriente Médio. Até então, o comércio era na base da troca. Agora, entravam o dinheiro, os empréstimos, os juros e a escravidão por dívidas (Ne 5,1-5). As pessoas viraram mercadoria.
Os gregos não respeitavam a religião e a cultura dos povos dominados (1Mac 1,41.50). Os judeus resistiram a isso, pois sabem que perder a memória do Êxodo e de Javé seria perder para sempre a possibilidade de libertação (1Mac 2,27-30). Agarraram-se à tradição religiosa e foram à luta.
Os Macabeus lideraram uma grande luta pela identidade do povo. A guerrilha durou mais de 20 anos. E o grande império grego foi vencido!

63 a.C. a 135 d.C.: A RESISTÊNCIA FINAL
Roma era o novo império que chegava para dominar todo o mundo conhecido da época. Nesse tempo, Canaã passou a ser conhecida pelo nome de Palestina.
A dominação romana foi a última dos tempos da Bíblia. A resistência do povo foi tão grande que os romanos acabaram destruindo tudo novamente e dispersando o povo judeu pelos quatro cantos do mundo. Nesse período, porém, nasceu Jesus…

Fonte: Folheto Ecoando 4 – formação interativa com catequistas – Editora Paulus

Moisés e os Dez Mandamentos

Vamos continuar conhecendo a história da Salvação?

Depois da morte de José, e durante 400 anos, o povo de Israel viveu no Egito. Eram chamados de Hebreus, e cresceram muito.
Com medo de que eles dominassem o Egito, um Faraó que não conhecera José, mandou escravizar os hebreus, e o povo passou a viver em muito sofrimento. Porém, sempre lembrando da promessa que Deus fizera a Abraão, o povo rezava e esperava.

Deus ouviu a oração do seu povo, e chamou um israelita, de nome Moisés (*), para libertar seu povo da escravidão do Egito.

Andando no deserto, Moisés viu um espinheiro que ardia no fogo, mas não se consumia. Foi diante desta sarça ardente que Deus falou a Moisés: “Moisés, Moisés! Não te aproximes daqui. Tira as sandálias dos teus pés, porque o lugar em que te encontras é uma terra santa. Eu sou o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó. Eu vi a aflição do meu povo que está no Egito, e ouvi os seus clamores. Vá, Eu te envio ao Faraó, para tirar do Egito os Israelitas, meu povo.”(Ex 3)
Moisés achou que não era capaz de tão grande missão. Mas Deus lhe garantiu que Ele mesmo estaria ao seu lado. E revelou Seu nome: Javé.

Moisés, obediente, partiu para cumprir a missão que Deus lhe havia dado, mas o Faraó se recusou a deixar o povo partir.
Deus então feriu o Egito com dez pragas, esperando sempre que o Faraó cedesse, o que não aconteceu. Por fim, Deus mandou seu anjo matar todos os primogênitos do Egito e nessa mesma noite, os hebreus saíram do Egito.

Antes, porém, Deus pediu que eles fizessem uma ceia, matando um cordeiro por família, para alimentar-se e que usassem o sangue para marcar suas portas, pois o anjo do Senhor passaria pelo Egito para manifestar o poder de Deus e salvar os hebreus oprimidos.
Foi a Páscoa dos judeus, que eles comemoram até hoje, lembrando a passagem da escravidão no Egito para a liberdade, rumo à Terra Prometida.

O povo então pôs-se a caminho, atravessou o Mar Vermelho, e caminhou pelo deserto. No entanto, em muitos momentos, o povo fraquejou na fé, se revoltou contra Deus, e foi infiel, adorando outros deuses. Isso fez com que a travessia do deserto fosse difícil e demorada, mas Deus ia educando e cuidando de seu povo. Enviou do céu um alimento saboroso que caía durante a noite e alimentava a todos durante o dia: o maná.

Cinquenta dias após a primeira Páscoa, Deus se manifestou a Moisés e ao povo no Monte Sinai.
Deu-lhes os 10 mandamentos que constituem a Sua Lei: a Lei do amor a Deus e ao próximo.
Os 10 Mandamentos expressam a vontade de Deus para o homem, isto é, elas mostram como Deus quer que os homens vivam, para serem santos e felizes.

E o Senhor escreveu nas tábuas a Sua Lei, o texto da Aliança, que apresentamos de forma resumida:

1) Amarás a Deus sobre todas as coisas
2) Não dirás seu Santo Nome em vão
3) Santificarás o Dia do Senhor
4) Honrarás pai e mãe
5) Não matarás
6) Não pecarás contra a castidade
7) Não furtarás
8) Não levantarás falso testemunho
9) Não desejarás a mulher do próximo
10) Não cobiçarás as coisas alheias

No dia seguinte, Moisés celebrou a aliança de Deus com o seu povo, e as tábuas foram guardadas numa arca feita de madeira e recoberta de ouro, a Arca da Aliança. E após 40 anos no deserto, o povo chegou a Canaã, a Terra Prometida.

Pense bem:

Deus quer que todos nós, também eu e você, tenhamos confiança no Seu Amor por nós.
Deus chama cada um para uma missão.
Só obedece quem confia e tem certeza de que Deus é nosso Pai, e só quer o nosso bem.

Vamos celebrar:

Catequista: Rezemos juntos o cântico de libertação que o povo de Israel entoou quando viu a libertação que Deus realizava em seu favor (Ex 15)

1. Então Moisés e os israelitas entoaram em honra do Senhor o seguinte cântico: “Cantarei ao Senhor, porque ele manifestou sua glória. Precipitou no mar cavalos e cavaleiros.
2. O Senhor é a minha força e o objeto do meu cântico; foi ele quem me salvou. Ele é o meu Deus – eu o celebrarei; o Deus de meu pai – eu o exaltarei.
3. O Senhor é o herói dos combates, seu nome é Javé.
6. A vossa (mão) direita, ó Senhor, manifestou sua força. Vossa direita aniquilou o inimigo.
11. Quem entre os deuses é semelhante a vós, Senhor? Quem é semelhante a vós, glorioso por vossa santidade, temível por vossos feitos dignos de louvor, e que operais prodígios?
13. Conduzistes com bondade esse povo, que libertastes; e com vosso poder o guiastes à vossa morada santa.

Vamos cantar?

O mar se abriu, e o povo passou.(2x)
E os israelitas louvavam o senhor.(2x)
Para homens de fé! Abrem-se os caminhos.(2x)
O mar se abriu, e o povo passou.(2x)
Para homens sem fé! Fecham-se os caminhos.(2x)
O mar fechou! E o Egito se afogou!(2x)


Atividades:

1) Hoje conhecemos um pouco mais sobre a história da salvação. Observe as palavras abaixo e faça algum comentário referente ao tema do nosso encontro de hoje:

– ESCRAVIDÃO – CORDEIRO – PÁSCOA – LIBERTAÇÃO –

– DESERTO – MANDAMENTOS – ALIANÇA –

2) Deus nos dá pistas para sermos felizes e vivermos de acordo com sua vontade. Para isso servem os Mandamentos. Escreva, abaixo, ao lado do número correspondente, o significado que cada um deles tem para os nossos dias.

1º – _______________________________________________
2º – _______________________________________________
3º – _______________________________________________
4º – _______________________________________________
5º – _______________________________________________
6º – _______________________________________________
7º – _______________________________________________
8º – _______________________________________________
9º – _______________________________________________
10º- _______________________________________________

3) Para refletir: desembaralhe as letras e descubra a virtude que homens como Abraão e Moisés possuíam e era fundamental pra que realizassem bem o Plano de Deus:

I I B N O D A C Ê E

Agora que você descobriu, responda com sinceridade:
a) Sou um filho obediente?
b) Obedeço sem reclamar aquilo que meus pais ou professores pedem para que eu faça?
c) Faço de qualquer jeito o que me foi pedido ou me esforço para fazer o melhor possível?

Para colorir:

Divirta-se:


(*) conheça melhor a história de Moisés, clicando aqui.