O fazendeiro e o relógio

Era uma vez um fazendeiro que descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro. O relógio não era um objeto qualquer; ele tinha um valor sentimental.
Após buscar por todas as partes entre o feno, ele desistiu e recorreu à ajuda de um grupo de crianças que estava brincando do lado de fora do celeiro.
Ele prometeu a elas que a pessoa que encontrasse o seu relógio seria recompensada.
Ao ouvir isso, as crianças correram para dentro do celeiro e entraram no meio de toda a pilha de feno, mas ainda assim não conseguiram encontrar o relógio.
Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino aproximou-se dele e pediu mais uma chance.
O fazendeiro olhou para ele e pensou: Por que não?
Afinal de contas, esse garoto parece sincero o suficiente.
Então, o fazendeiro mandou o menino de volta ao celeiro. Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão!
O fazendeiro ficou feliz e surpreso ao mesmo tempo, e então ele perguntou ao menino como ele havia conseguido encontrar já que todos os outros meninos não conseguiram.
O menino respondeu: Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão escutando.
No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.

Uma mente em paz pode pensar melhor do que uma mente confusa.
Dê alguns minutos de silêncio à sua mente todos os dias, e veja o quanto isso lhe ajuda a definir a sua vida da maneira que você espera que ela seja.

Anúncios

Palavra de vida

“Vivei em paz uns com os outros.” (Mc 9,50)

Casais de Segunda União

Como soa bem, no meio dos conflitos que ferem a humanidade em tantas partes do mundo, o convite de Jesus à paz. É algo que mantém viva a esperança, pois sabemos que Ele mesmo é a paz e prometeu que nos daria a sua paz.

O Evangelho de Marcos traz essa frase de Jesus no final de uma série de máximas dirigidas aos discípulos, reunidos na casa em Cafarnaum, com as quais Ele explica como deveria viver a sua comunidade. A conclusão é clara: tudo deve conduzir à paz, na qual se encerra todo bem.

Uma paz que somos chamados a experimentar na vida de cada dia: na família, no trabalho, com aqueles que pensam de modo diferente na política. Uma paz que não tem medo de confrontar-se com opiniões discordantes, sobre as quais precisamos falar abertamente, se quisermos uma unidade cada vez mais verdadeira e profunda. Uma paz que, ao mesmo tempo, exige a nossa atenção para que o relacionamento de amor nunca desapareça, porque a pessoa do outro vale mais do que as diversidades que possam existir entre nós.

“Onde quer que chegue a unidade e o amor mútuo”, afirmava Chiara Lubich, “chega a paz, ou melhor, a paz verdadeira. Porque onde existe o amor mútuo, existe uma certa presença de Jesus no nosso meio, e Ele é justamente a paz, a paz por excelência”1.

O seu ideal de unidade tinha surgido durante a Segunda Guerra Mundial e imediatamente revelou-se como antídoto a ódios e dilacerações. Desde então, diante de cada novo conflito, Chiara sempre propôs com persistência a lógica evangélica do amor. Por exemplo, quando explodiu a guerra no Iraque em 1990, ela manifestou a amarga surpresa de ouvir “palavras que pareciam estar sepultadas, como: ‘o inimigo’, ‘os inimigos’, ‘começam as hostilidades’, e depois os boletins de guerra, os prisioneiros, as derrotas (…). Percebemos, com perplexidade, que fora ferido gravemente o princípio fundamental do cristianismo, o ‘mandamento’ por excelência de Jesus, o mandamento ‘novo’. (…) Ao invés de se amarem, ao invés de estarem prontos a morrer um pelo outro”, aí está a humanidade novamente “no abismo do ódio”: desprezo, torturas, assassinatos2. Como sair disso?, perguntava-se ela. “Deveríamos tecer, onde for possível, relacionamentos novos, ou aprofundar os que já existem entre nós cristãos e os fiéis das religiões monoteístas: os muçulmanos e os judeus”3, ou seja, entre aqueles que naquela ocasião estavam em conflito.

A mesma coisa vale diante de todo tipo de conflito: tecer entre pessoas e povos relacionamentos de escuta, de ajuda mútua, de amor, diria Chiara ainda, até “estar prontos a morrer um pelo outro”. É preciso conter as próprias razões para entender as do outro, mesmo sabendo que nem sempre chegaremos a compreendê-lo até o fundo. Também o outro provavelmente faz o mesmo em relação a mim e às vezes, quem sabe, também ele não entende a mim e os meus motivos. No entanto, queremos ficar abertos ao outro, mesmo na diversidade e na incompreensão, salvando acima de tudo o relacionamento com ele.

O Evangelho coloca isso de modo imperativo: “Vivei em paz”. Sinal de que nos pede um empenho sério e exigente. É uma das mais essenciais expressões do amor e da misericórdia que somos chamados a ter uns para com os outros.

Fabio Ciardi

________________________________

1-Na TV da Baviera, 16 de setembro de 1988.

2-28 de fevereiro de 1991, cf. Santos juntos, São Paulo : Cidade Nova 1995, pp. 63-64.

3-Ibid., p. 67.

(Fonte)

Cristo nos dá a paz necessária

 

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração”

(João 14, 27).

Precisamos, todos os dias, revestir-nos dessa paz que vem do Alto, que vem da nossa relação pessoal e de intimidade com Cristo.

principe da paz

Amados e amadas em Cristo Jesus Nosso Senhor, a paz de Deus é cura para nossos corações! Por isso, precisamos, todos os dias, revestirmo-nos dessa paz que vem do Alto, que vem da nossa relação pessoal e de intimidade com Cristo na Sua Palavra.

É Cristo que vem até nós, habita em nós e nos traz Sua paz. Essa paz, que vem do coração d’Ele, não nos permite viver perturbados nem aflitos, mesmo que passemos por muitas aflições e enfrentemos diversas dificuldades na vida. Não estou dizendo que a paz de Cristo nos tira das preocupações e aflições que a vida nos dá, pelo contrário, dá-nos uma nova têmpera e um outro dinamismo. Passamos pelas guerras e conflitos, mas não perdemos o essencial: a paz que vem do coração de Deus.

Não podemos deixar que a perturbação dos acontecimentos externos, que as aflições que vivemos na vida direcionem nosso modo de viver, porque, às vezes, ficamos o dia inteiro chorando, lamentando-nos e parece que o mundo acabou. “Ah, meu mundo acabou!”. Não acabou, pelo contrário, ele está cada vez mais vivo dentro de nós quando somos preenchidos pela paz que vem do Senhor.

A paz de Deus, a paz do coração de Cristo vence os medos e os temores que se instalam dentro de nós! Não dá para viver com medo, seguir a vida guiado pelos temores, com medo de tudo e de todos. Vivemos incertezas e divagações.

Toda aflição da vida é momentânea, aquele que está em Cristo passa pelo vale tenebroso da sombra da morte, mas lá mesmo já contempla o horizonte da fé e da graça, porque o Senhor nos conduz pela mão onde quer que passemos, na tribulação que possamos enfrentar, Ele está conosco.

É verdade que a paz de Deus é inquieta, não é aquela onde tudo está bem, que não tem problema. Não é uma fé ou uma paz ingênua. Nós não ignoramos as dificuldades da vida, não passamos por cima dos problemas que enfrentamos, das diversas coisas negativas que estão ao nosso lado. Deus nos dá a paz necessária para sabermos lidar com cada coisa ao seu tempo. Não podemos viver afligidos por aquilo que virá nem por aquilo que já passou. Temos a graça necessária para vivermos o tempo presente!

Que a paz do Senhor esteja conduzindo o nosso coração, para não vivermos as perturbações da vida nem os temores da alma.

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo / Canção Nova

(Fonte)

Oração para pedir a PAZ na família

a311824461f06dea5f78933e3b04a94b

Meu Jesus, os profetas Vos anunciaram como o Príncipe da Paz.

Os anjos anunciaram paz aos homens,
por ocasião do vosso nascimento.
Morrestes na cruz para consolidar a paz
entre Deus e os homens.
“A paz esteja convosco!”,
dissestes aos Apóstolos, no dia da ressurreição.
Aos mesmos Apóstolos ordenastes:
“Quando entrardes em alguma casa,
dizei: a paz esteja nesta casa”.

Senhor, fazei entrar a paz em nossa família.
Que haja união, compreensão e amor.

Dai-me, especialmente a mim,
o espírito de humildade e paciência
para com a minha esposa (ou esposo),
amor e carinho para com meus pais e sogros,
dedicação aos meus filhos e bondade
para com todos em casa.
Fazei que os irmãos se tratem como verdadeiros irmãos.

Ajudai-nos a conservar a paz na família
para merecermos a paz definitiva no céu.
Amém.

Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?

(Prof.Felipe Aquino)

Neste segundo domingo, acendemos a vela branca na Coroa do Advento; a vela da Paz; porque vai chegar Aquele que é o Príncipe da Paz!

Logo que ressuscitou, Jesus deu a Paz a seus discípulos: “A paz esteja convosco!” (Jo 20,19). Nada é melhor do que a paz. Tudo está perdido se não há paz no coração, no lar, na pátria… Ele pode dar a Paz a seus discípulos porque venceu na Cruz a raiz amarga que a destrói, o pecado.

O profeta Isaías anuncia a necessidade de preparar o caminho do pregoeiro da Paz: “Preparai no deserto o caminho do Senhor, aplainai na solidão a estrada de nosso Deus. Nivelem-se todos os vales, rebaixem-se todos os montes e colinas; endireite-se o que é torto e alisem-se as asperezas: a glória do Senhor então se manifestará, e todos os homens verão juntamente o que a boca do Senhor falou.” (Is 40,1-5)

Que caminhos devem ser preparados senão os da nossa alma? Que vales e montanhas devem ser nivelados senão os da nossa alma, desnivelados pelas paixões e maus desejos?

O salmista canta: — Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.

É o domingo do Advento que nos convida à reconciliação com Deus; deixar o pecado, procurar Aquele que é o Único que pode nos dar a vida e a paz duradoura. É preciso perguntar: Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?

 

A Importância de celebrar o Nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro

christmasNeste período do Advento nos preocupamos tanto em preparar nossas casas, nossas ceias, nossas confraternizações, que acabamos por “roubar” a festa do grande aniversariante que é Jesus. Nos preocupamos em presentear a tantas pessoas, até “amigos ocultos”, e o nosso “verdadeiro amigo”, já Revelado, é deixado de lado, como algo secundário, dispensável… Não podemos nos esquecer do Aniversariante no dia do seu Aniversário! Ele é o grande Presente que devemos receber e dar a todos…

São Pedro nos lembra que Deus não tarda a voltar, para Ele um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. Ele é o Senhor também do tempo, Ele criou o tempo e não está submetido a Ele. São Pedro avisa que o Senhor chegará na surpresa de um ladrão, a qualquer momento; então, é preciso estar preparado a todo momento. (2 Pd 3,8-14)

E o Evangelho também nos recorda que João Batista apareceu no deserto pregando um “batismo de conversão” para o perdão dos pecados. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão (Mc 1,1-8). Esta era a preparação para a chegada do Príncipe de Paz, do esperado das nações, do mais belo dos filhos dos homens.

Será que nós hoje também precisamos passar por um “batismo de conversão”?

(Fonte)

“Alguém que eu amava morreu!”

Dom Pedro Brito Guimarães – Arcebispo de Palmas (TO)

finados

“Alguém que eu amava morreu” é o titulo de um livro – sem querer fazer propaganda, recomendo a todos que o leiam – do autor Earl A. Grollman. Ao mesmo tempo, é um livro sobre a morte e sobre a vida. Uma verdadeira chacoalhada na nossa postura com relação à morte de um ente querido. Foi escrito para ajudar as pessoas que estão sofrendo com a perda de um ser amado – parceiro(a), filho(a), mãe, pai, irmão(a), amigo(a) – a lidarem com as emoções da dor da morte e do luto e a experimentar, com sabedoria, esperança e fé, novamente a alegria. Para além da literatura, esta é, afinal, a experiência de vida, pela qual todos nós passamos ou passaremos. O desejo mais profundo do coração humano é a imortalidade. Saber e sentir-se finito é um dos maiores dramas do ser humano. Morrer, nem pensar! Nossa vida é medida pelo tempo. Poucos são os que acham que já viveram demais. Todos se acham no direito de esticar, o mais que puder, a sua vida aqui na terra. O que fazer então para matar esta sede de infinito? Basta ler um livro, ou há algo mais profundo para meditar?

O cristianismo vem em socorro desta angústia humana, ao apresentar o maior presente que Deus nos dá: a vida eterna. A morte entrou no mundo pelo pecado. A vida eterna começa no batismo, atravessa a morte e não tem fim. Crer na ressurreição é um elemento essencial da fé cristã. Crendo na ressurreição, somos cristãos. Não crendo, não somos cristãos (cf.Tertuliano, em Catecismo da Igreja Católica, n. 991), pois, “se Cristo não ressuscitou, vã é a nossa pregação, e vã também é a vossa fé” (1Cor 15,14). Foi Jesus quem disse: “quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12,32). Ele já foi levantado da terra, na cruz. E já nos atraiu a Ele. Jesus é a nossa páscoa, nossa ressurreição e nossa vida: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá. E todo aquele que nele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês nisto?” (Jo 11,25-26). A fé na ressurreição é a base da fé em Deus. A vida, vista nesta ótica, é como o amor, nunca termina (1Cor 13,8). “Não morro, entro na vida” (Santa Teresinha). Quem crê em Deus crê na vida eterna. Quem tiver comido do seu corpo e bebido do seu sangue terá a vida eterna (Jo 6,54).

Por que ir ao cemitério do dia de Finados? O que a Igreja indica litúrgico e espiritualmente para este dia de Finados? Ela indica três motivos para se rezar pelos defuntos: a comunhão que existe entre todos os membros de Cristo, vivos e mortos; consolar, confortar e prestar ajuda espiritual a quem ainda está vivo; e, por fim, ajudar espiritualmente a pessoa que morreu a se purificar e chegar a Deus. Para este dia de Finados, destacaremos cinco atitudes que podemos ter e devemos fazer:

Visitar o cemitério: para meditar sobre o mistério da vida, da morte e da ressurreição. Ele guarda os corpos que serviram à vida, até a chegada da morte, à espera da ressurreição, no dia final. Foi nos cemitérios (catacumbas) que a Igreja se escondia das perseguições em Roma. Ali ela cresceu e aprendeu a respeitar a vida dos mártires da fé e a rezar por eles. Ir ao cemitério é lembrar-se da Palavra do Senhor de que todos somos pó, mas em Cristo voltaremos à vida. A visita ao cemitério desperta em nós a fé na ressurreição.

Rezar pelos defuntos: é uma obra de misericórdia. Santo Agostinho dizia: “uma lágrima se evapora, uma flor murcha, só a oração chega ao trono de Deus”. Oferecer a Deus o sacrifício de seu Filho, Jesus, feito uma vez por todas, mas renovado liturgicamente em nossos altares, suplicando a Deus a remissão dos pecados dos mortos que ainda poderão passar pela purificação.

Levar flores: simbolizam a saudade e o pedido de oração para que estejam na glória de Deus. Elas mostram que respeitamos os sepulcros dos mortos, em consideração à fé de que ressuscitarão no último dia. E que, vivos ou mortos, pertencemos ao Senhor, somos um só corpo. O que fazemos de bom redunda em benefício para todos, nesta ou na outra vida. Não leve ao cemitério apenas flores materiais, mas também flores espirituais da oração, da fé e do amor.

Acender vela: é um holocausto em miniatura. A vida é como uma vela acesa que se derrete diariamente até a consumação total na morte. Acenda velas, mas não esqueça que elas são o símbolo do Senhor Ressuscitado e da fé na vida eterna. Enquanto a sua vela se queimar, eleve uma prece a Deus por seus irmãos que já partiram. Ela substitui, perante a Deus, a pessoa que a acende e se consome como um holocausto oferecido a Deus.

Receber indulgência: para aqueles ou aquelas que visitarem o cemitério e rezarem pelos defuntos, de primeiro a oito de novembro, é concedida a Indulgência Plenária, nas condições costumeiras: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e as orações nas intenções do papa (cf. Anotações para o dia de Finados, Diretório Litúrgico da CNBB 2015, p. 184).

Portanto, visitando o cemitério, limpando os túmulos, colocando flores, acendendo velas e rezando pelos entes queridos falecidos, mesmo depois de admitirmos a morte de alguém querido, haverá um salto de qualidade na nossa vida. Na visita ao cemitério reserve um tempo para a oração pessoal; acenda velas e peça que seus entes queridos cheguem à plena luz de Cristo; cubra suas sepulturas com flores que falam do seu amor; ajude na limpeza do ambiente dos túmulos; participe da celebração eucarística ou da Palavra e comungue, se puder; professe sua fé na ressurreição e na vida eterna. Cristo ressuscitado estará lá, neste dia, para enxugar nossas lágrimas, fortalecer nossa fé e aumentar a nossa esperança (cf. padre Francisco Sehnem, SJC, Revista Brasil Cristão, novembro / 2013).

“É melhor para nós, entregues à morte pelos homens, esperar, da parte de Deus, que seremos ressuscitados por Ele (2Mc 7,14). São José, padroeiro da boa morte, e sua esposa, a Virgem Maria, intercedam a Deus, agora e na hora da nossa morte. Que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz. Amém!

(Fonte)

Para trabalhar o tema de Finados com as crianças da catequese:

quando-algem-muito-especial-morre