Vim a este mundo para ser feliz – Dinâmica

É muito gratificante quando a Comunidade se une para trabalhar em prol de um bem comum, independente da pastoral ou movimento a que pertence. Foi o que aconteceu conosco esta semana, em recente reunião com o Grupo de Escuta, foram discutidas as situações de morte que rondam nossas crianças e adolescentes (baleia azul, 13 razões…). Daí saiu a ideia de fazer algo com a Catequese no sentido de valorizar a vida.

Segue a sugestão de atividade que eles nos enviaram e que serão aplicadas nas turmas, adaptando a cada realidade e faixa etária:

Dinâmica: Vim a esse mundo para ser feliz!

Tempo estimado: 50 minutos

I – Divididos em 5 grupos:

Cada grupo terá um líder que fará as seguintes perguntas:

  1. a) O que eu mais gosto de fazer? Por quê?
  2. b) Quais são as minhas principais qualidades?

Depois de escrito, todos conversarão sobre as atividades, as qualidades, o que podemos melhorar.

Depois do momento debate, responder a mais duas perguntas?

  1. c) O que eu mais gosto de fazer com a minha família? Por quê?
  2. d) Quais são as principais qualidades que eu admiro nos meus amigos? Por quê?

Depois de escrito, todos conversarão sobre as famílias, sobre os amigos.

II – Cada papel contendo as respostas dos catequizandos será preso num cartaz com o título ‘Vim a esse mundo para ser feliz’. Assim todos poderão ler as opiniões de todos. Dar 1 minutinho para que eles possam mesmo olhar um os dos outros.

III- Um líder falará com todos ao mesmo tempo sobre a importância de valorizar a si mesmo, cuidar de si, ter amor próprio, fazer amigos…. De maneira breve e objetiva.

IV- Para encerrar, será feita a dinâmica: “Minutos de alegria”. Cada um receberá um papelzinho e deve escrever uma mensagem de incentivo sem assinar seu nome. Dar exemplos: Seja feliz! Acredite em você mesmo! Confie em Deus! Ame-se! Você é muito legal! Você é um grande amigo!….

Cada um que for terminando vai entregando a mensagem que será colocada numa caixinha. Ao fim, cada um vai “sortear” uma mensagem e levará com isso para casa como uma forma de se manter sempre animado e lembrar: ‘Vim a esse mundo para ser feliz’
Autoria: Grupo de Escuta – Paróquia Divino Salvador.
Bibliografia: 13 Reasons Why; página do Facebook Baleia Rosa.

Ano Mariano

No contexto das Comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no rio Paraíba do Sul, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu o Ano Nacional Mariano.

Leia a mensagem da presidência da entidade para a ocasião:

Mensagem à Igreja Católica no Brasil

ANO NACIONAL MARIANO

Na imagem de Nossa Senhora Aparecida “há algo de perene para se aprender”. 

“Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe” (Papa Francisco)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em comemoração aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas águas do rio Paraíba do Sul, instituiu o Ano Nacional Mariano, a iniciar-se aos 12 de outubro de 2016, concluindo-se aos 11 de outubro de 2017, para celebrar, fazer memória e agradecer.

Como no episódio da pesca milagrosa narrada pelos Evangelhos, também os nossos pescadores passaram pela experiência do insucesso. Mas, também eles, perseverando em seu trabalho, receberam um dom muito maior do que poderiam esperar: “Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. Tendo acolhido o sinal que Deus lhes tinha dado, os pescadores tornam-se missionários, partilhando com os vizinhos a graça recebida. Trata-se de uma lição sobre a missão da Igreja no mundo: “O resultado do trabalho pastoral não se assenta na riqueza dos recursos, mas na criatividade do amor” (Papa Francisco).

A celebração dos 300 anos é uma grande ação de graças. Todas as dioceses do Brasil, desde 2014, se preparam, recebendo a visita da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que percorre cidades e periferias, lembrando aos pobres e abandonados que eles são os prediletos do coração misericordioso de Deus.

O Ano Mariano vai, certamente, fazer crescer ainda mais o fervor desta devoção e da alegria em fazer tudo o que Ele disser (cf. Jo 2,5). Todas as famílias e comunidades são convidadas a participar intensamente desse Ano Mariano.

A companhia e a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecida nos ajude a progredir como discípulas e discípulos, missionárias e missionários de Cristo!

Dom Sergio da Rocha                                        Dom Murilo S. R. Krieger

Arcebispo de Brasília-DF                                     Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA

Presidente da CNBB                                                  Vice-Presidente da CNBB

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília-DF

Secretário-Geral da CNBB

 

(Fonte: CNBB)

Leia também:

Carta Pastoral do Cardeal Orani João Tempesta sobre o Ano Mariano

Doutrina da Fé publica Instrução sobre sepultura e cremação

A norma eclesiástica vigente em matéria de cremação de cadáveres é regulada pelo Código de Direito Canônico: “A Igreja recomenda vivamente que se conserve o piedoso costume de sepultar os corpos dos defuntos; mas não proíbe a cremação, a não ser que tenha sido preferida por razões contrárias à doutrina cristã.”

“É preciso sublinhar que, não obstante esta norma, a prática da cremação se difundiu muito no âmbito da Igreja Católica. Em relação à prática de conservação das cinzas, não existe uma específica norma canônica. Por isso, algumas Conferências Episcopais se dirigiram à Congregação para a Doutrina da Fé levantando questões acerca da prática de conservar a urna cinerária em casa ou em lugares diferentes do cemitério, e sobretudo de espalhar as cinzas na natureza”, disse o Cardeal Müller na coletiva.

“Seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou num lugar sagrado.  Ao lembrar a morte, sepultura e ressurreição do Senhor, mistério à luz do qual se manifesta o sentido cristão da morte, a inumação é a forma mais idônea para exprimir a fé e a esperança na ressurreição corporal. A sepultura nos cemitérios ou noutros lugares sagrados responde adequadamente à piedade e ao respeito devido aos corpos dos fiéis defuntos. Enterrando os corpos dos fiéis defuntos, a Igreja confirma a fé na ressurreição da carne e se separa de comportamentos e ritos que envolvem concepções errôneas sobre a morte: seja o aniquilamento definitivo da pessoa; seja o momento da sua fusão com a Mãe natureza ou com o universo; seja como uma etapa no processo da reencarnação; seja ainda, como a libertação definitiva da “prisão” do corpo.”

Conservação as cinzas

“Quaisquer que sejam as motivações legítimas que levaram à escolha da cremação do cadáver, as cinzas do defunto devem ser conservadas, por norma, num lugar sagrado, isto é, no cemitério ou, se for o caso, numa igreja ou num lugar especialmente dedicado a esse fim determinado pela autoridade eclesiástica.”

Segundo o documento, “a conservação das cinzas em casa não é consentida. Somente em casos de circunstâncias graves e excepcionais, o Ordinário, de acordo com a Conferência Episcopal ou o Sínodo dos Bispos das Igrejas Orientais, poderá autorizar a conservação das cinzas em casa. As cinzas, no entanto, não podem ser divididas entre os vários núcleos familiares e deve ser sempre assegurado o respeito e as adequadas condições de conservação das mesmas.

Para evitar qualquer tipo de equívoco panteísta, naturalista ou niilista, não é permitida a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água ou, ainda, em qualquer outro lugar. Exclui-se, ainda a conservação das cinzas cremadas sob a forma de recordação comemorativa em peças de joalharia ou em outros objetos.

“Espera-se que esta nova Instrução possa fazer com que os fiéis cristãos tenham mais consciência de sua dignidade de filhos de Deus. Estamos diante de um novo desafio para evangelização da morte”, concluiu o Cardeal Müller. (MJ)

(Fonte)

A seguir, a íntegra do documento (clique no link):

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Instrução Ad resurgendum cum Christo
a propósito da sepultura dos defuntos
e da conservação das cinzas da cremação