Alerta colocado na porta de um consultório médico

medico
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos.
Existem semáforos chamados Amigos.
Luzes de precaução chamadas Família.
Ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão.
Um potente motor chamado Amor.
Um bom seguro chamado FÉ.
Abundante combustível chamado Paciência.
Mas há um maravilhoso Condutor e solucionador chamado DEUS!

Anúncios

Epifania

MANIFESTAÇÃO DA TERNURA DE DEUS NO MUNDO

20130106

Clima do Natal… A alegria invade nossos corações. Tudo respira festa. As casas, as ruas e as igrejas permanecem enfeitadas com símbolos natalinos. Partilhamos votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

A paz parece ter encontrado a sua morada entre nós e construído a sua casa no mundo. Prolongamos visitas aos amigos e familiares. Preparamos confraternizações. Não nos cansamos de ouvir músicas natalinas. Um
desejo enraizado no coração nos faz cantar: Glória a Deus e paz na terra aos homens de boa vontade.

Rezamos para que essa paz e essa harmonia perdurem por muito tempo ou que nunca se apaguem.

O nascido em Belém é o Príncipe da Paz. Ele é a nossa salvação.

Natal e Epifania são duas festas que celebram o mesmo Mistério. No prefácio da epifania rezamos: “Quando Cristo se manifestou em nossa carne mortal, vós nos recriastes na luz eterna de sua divindade”. Na oração sobre as
oferendas da missa da noite de Natal rezamos:  “Acolhei, ó Deus, a oferenda da festa de hoje, na qual o céu e a terra trocam os seus dons, e dai-nos participar da divindade daquele que uniu a vós a nossa humanidade”.

No Natal lembramos a manifestação do Senhor aos seus concidadãos, representados pelos pastores. Na Epifania voltamos nosso olhar para os outros povos e nações, representadas pelos magos.

A Epifania é a revelação da ternura do Deus que deseja salvar a todos. Contudo, ele só será salvação se a
comunidade se colocar em sintonia com a salvação que é oferecida a todos.

Deus na sua bondade alimenta nossos sonhos de paz e oferece sinais. Os sinais de Deus não são os mesmos:
os magos tiveram a estrela, Herodes teve a palavra dos magos; os judeus tiveram a Escritura. Deus continua falando de
muitas maneiras. O importante é pôr-se em atidude de busca.

Os magos do Evangelho representam os povos que caminham ao encontro da Paz, que é o próprio Deus. Ele vem
até nós em Jesus. Nós temos de nos colocar no caminho da procura. Essa procura não é fácil. Há momentos em que não
vemos mais “a estrela”, não vemos os sinais de Deus e ficamos perdidos.

No Evangelho Jesus aparece como resposta às expectativas do povo de Israel e de todos os povos. Os magos são os verdadeiros fiéis que adoram o Filho de Deus e antecipam a comunidade eclesial.

Do nascimento de Jesus, segue o
nascimento da Igreja, destinada a ser ” uma multidão imensa, que ninguém podia contar, gente de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9).

A Epifania retoma o Natal de Jesus celebrando a sua humanidade manifestada a todos os povos. Traz consigo a mística de que a salvação destina-se a todos: “Levanta-te e brilha, Jerusalém, olha o horizonte e vê. Sobre todas as nações brilha a glória do Senhor” (Is 60, I).

Manifestemos hoje o Redentor de todos os povos e façamos deste dia a festa de todas as nações.

Epifania é a festa da chegada da Paz para todos os habitantes da terra. É a festa do encontro da paz com as culturas, religiões e crenças.

Pe. Marcelino Sivinski

(Fonte: http://missasalette.com.br/site/index.php/2013/01/capelinhas-epifania/)

10 coisas que sua mãe nunca contou para você

(Natasha Craig)

mae-e-filha

10 coisas que sua mãe nunca te disse:

1- Ela chorou por sua causa… e muito!

Você fez sua mãe chorar. Ela chorou quando descobriu que estava grávida. Ela chorou quando ela deu à luz a você, chorou quando te pegou pela primeira vez no colo, chorou de felicidade, de medo, de preocupação… Ela chorou porque ela sente você tão profundamente que vive a sua dor e a sua felicidade, e tudo isso ela compartilhou com você, e muitas vezes você nem mesmo percebeu…

2. Ela queria aquele último pedaço de torta

Mas quando ela viu você olhar para a torta com aqueles olhos grandes, lambendo a boca com sua pequena língua, ela não conseguiu comer. Ela ficou muito mais feliz em ver a sua barriguinha satisfeita com o pedaço da torta, do que ficaria se ela mesmo tivesse comido.

3 Doeu

Quando você puxou o cabelo dela, doeu; quando você a agarrou com suas unhas afiadas que eram impossíveis de cortar, doeu; quando você mordeu enquanto bebia o leite no seio sensível dela, doeu também.
As costelas dela doeram quando você a chutou ainda no ventre. Foi um contrato de dor os seus 9 meses de gestação.
Doeu muito quando você nasceu, e você se não nasceu no parto natural, doeu depois, na recuperação da cesária.

4. Ela estava sempre com medo

Desde o momento em que você foi concebido, ela fez tudo em seu poder para te proteger. Ela se tornou sua “mãe urso”.
Ela teve medo até quando você deu seus primeiros passos. Ela ficou até tarde para se certificar de que você chegou em casa seguro depois de uma noite de balada e acordou cedo para te preparar para ir para a escola.
A cada topada do dedo do pé e a cada tropeço, ela estava por perto. Ela estava sempre pronta para te socorrer a cada sonho ruim ou febre tarde da noite.
Ela sempre estava lá para se certificar de que você estava OK.

5. Ela sabe que não é perfeita

Ela é o seu pior crítico. Ela conhece todos os seus próprios defeitos e às vezes se odeia por eles.
Ela queria ser a mãe perfeita e nunca fazer nada de errado , mas como ela é humana, ela cometeu erros e provavelmente ainda está tentando perdoar-se por eles. Ela queria de todo coração que pudesse voltar no tempo e pudesse fazer as coisas de forma diferente, mas ela não pode, portanto, seja gentil com ela, sempre, pois ela fez o melhor que sabia fazer.

6. Ela observava enquanto você dormia

Ela queria que você dormisse bem e foi ao seu quarto várias vezes durante a madrugada para ver se estava tudo bem contigo. Ela estava com sono mas teve que aguentar firme acordada até você adormecer. Ela mal conseguia manter os olhos abertos enquanto cantava para você dormir, mas quando você dormia ela se sentia melhor.

7. Ela carregou você muito mais do que nove meses

Sua mãe não carregou você apenas durante a gravidez. Durante seus primeiros anos de vida ela segurou você quando ela tinha que fazer compras, enquanto ela comia e até enquanto ela dormia. As mães fazem mil coisas ao mesmo tempo, e muitas delas, ela teve que fazer carregando você junto, porque não tinha outra alternativa. Mas a verdade é que ela sempre gostou de ficar pertinho de você e não se importava em levá-lo para todos os lugares.

8. Ela ficou de coração partido cada vez que você chorou

Não havia nenhum som tão triste como seus gritos, ou visão tão horrível quanto as lágrimas escorrendo pelo seu rosto perfeito. Ela fez tudo em seu poder para te fazer parar de chorar, e quando ela não conseguia parar as suas lágrimas, o seu coração se quebrava em um milhão de pedacinhos.

9. Ela colocou você em primeiro lugar

Muitas vezes ela deixou de fazer as coisas por ela para fazer por você. Muitas vezes não teve tempo para ela porque estava cuidando de você, e teve que fazer isso o dia todo. Mas no dia seguinte, ela acordou e quis fazer tudo de novo, porque você é a pessoa que ela mais ama nesse mundo.

10. Ela faria tudo novamente

Ser mãe é um dos trabalhos mais difíceis que uma pessoa pode fazer, é um trabalho que irá levá-la para além de seus próprios limites.
Você chora, você se machuca, você tenta, você falha, você trabalha e você aprende. Mas você também experimenta mais alegrias que você pensou que era possível e sente mais amor do que seu coração pode conter.
Apesar de toda a dor, angústia, madrugadas e madrugadas, ela faria tudo de novo para você, porque você vale a pena para ela. Então, da próxima vez que você a ver, diga a sua mãe obrigado; deixe ela saber que você a ama. Ela nunca vai cansar de ouvir isso muitas e muitas vezes, principalmente porque é verdade, afinal, como não amá-la?

A voz de Deus

(© Letícia Thompson)

Saulo_damasco

Quer sentir sempre coisas palpáveis na sua vida? Acreditar somente naquilo que te dói na carne ou te fere os ouvidos? Ande descalço!!! Suporte pedras, chão quente e chão frio, ande com os olhos arregalados e esqueça-se que tem um coração. Mas não se esqueça de deixar de lado também a mágoa que te provocaram, o amor que sentiu, o encantamento dos momentos que sua memória registrou.

Se nem tudo é branco e nem tudo é preto, devemos saber qual caminho pegar para chegar ao meio.

Alguém me disse que nunca ouviu a voz de Deus. Mas essa mesma pessoa já ouviu a voz do irracional, inexplicável, da razão do coração que transporta pelos caminhos que a conduzirão, inevitavelmente, a penhascos que conduzirão a quedas mais que dolorosas.

Quando Deus fala, não é diferente do que quando um amigo fala o que estávamos precisando ouvir, ou um texto que chegou nas nossas mãos quando o desespero tomava conta da alma e nos levantou do chão.

Deus fala quando nosso coração está de joelhos e nossos ouvidos atentos aos sinais que a vida colocou escancaradamente à nossa frente.

Deus fala quando o nó no estômago diz “não vá” e nossas pernas pegam assim mesmo o caminho errado. Deus fala quando um imprevisto acontece, um milagre se faz, o irreal torna-se realidade.

Deus fala em tudo, a todo momento e poucos são os que O ouvem, porque raros são os que aceitam a contradição dos próprios desejos, a humildade do não saber tudo, o “eis-me” aqui quando nosso coração viaja por lugares distantes e desconhecidos.

A mão de Deus não é diferente da do amigo que chegou no momento exato, daquele ombro ou abraço que nos fizeram sentir reconforto ou do lenço que nos ofereceram no momento que a alma se entregou ao choro.

Deus fala, Deus grita, Deus nos sacode e pacientemente espera nossa reação. Deus é!!! Esperar ouvir Sua voz para, enfim, acreditar que Ele fala, é negar Sua existência mesmo, pois que Ele está em tudo e toda parte e nossas mãos físicas não podem acariciá-lo.

Deus é a essência da fé. Sua voz é o vento que guia nosso barco, é aquilo que cala nosso coração e nos faz acordar para a vida. Infelizmente, todos não estão preparados para ouvi-lo e isso faz diferença no nosso caminho.

“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!” Aquele que não tem, precisa de cem vezes mais de oração, que abre as portas e desbrava os caminhos.

A pérola de valor incomparável

pérola

Há muitos anos, um americano chamado David Morse, vivia e trabalhava na Índia, onde fez grandes amizades, sobretudo com Rambhau, um mergulhador que retirava pérolas no mar.
Muitas foram às vezes em que Morse passou o final do dia na casinha de Rambhau, lendo a Bíblia para ele e explicando-lhe a essência das palavras de Jesus: o amor de Deus e a salvação.
Rambhau gostava de ouvir a Palavra de Deus. Mas, sempre que Morse lhe perguntava sobre aceitar Jesus como Salvador, ele balançava a cabeça negativamente dizendo: “Não consigo aceitar a maneira cristã de chegar ao Céu. Para mim ela é fácil demais! Se eu ganhasse o direito de entrar no Céu dessa forma, me sentiria um pobretão, um mendigo que entrou por causa da compaixão de alguém. Talvez seja orgulho da minha parte, mas quero fazer por merecer o meu lugar no Céu. Quero conquistá-lo com esforço próprio, e é o que vou fazer.”
Nada que Morse dizia fazia Rambhau mudar a sua decisão.
Os anos se passaram, e uma noite Rambhau bateu à porta de Morse.
– Seja bem-vindo, meu amigo – saudou-o Morse.
– Não. – respondeu o mergulhador. – Quero que você venha à minha casa um pouquinho. Preciso lhe mostrar algo. Por favor, aceite este convite.”
– Com certeza irei. – disse Morse.
Chegando à casinha, Rambhau afirmou:
– Daqui a uma semana começarei a trabalhar para conquistar o meu lugar no Céu. Estou mudando para Nova Déli, e irei engatinhando.
– Isso é loucura! – exclamou Morse. – São 1.600 quilômetros! Você vai machucar os joelhos e, se conseguir chegar lá, já estará com o sangue contaminado!
– Mas eu preciso ir para Nova Déli – reafirmou Rambhau. – E os imortais me recompensarão por este ato! O sofrimento será tranqüilo, porque com ele adquirirei o direito de ir para o Céu!
– Rambhau, meu amigo, não faça isso. Como posso deixá-lo partir assim sabendo que Jesus Cristo já sofreu e morreu justamente para você ter o direito de ir para o Céu?
Mas o indiano permaneceu firme na sua decisão.
– Você é o meu melhor amigo na Terra, e quem me ajudou todos estes anos, na doença e nas horas de necessidade. Houve ocasiões em que você foi o meu único amigo. Mas nem por isso vai conseguir me dissuadir de conquistar o êxtase eterno. Eu tenho que ir para Nova Déli!
Morse estava sentado numa cadeira que Rambhau fizera para ele logo após sua chegada à Índia. Era a mesma cadeira onde sentara-se tantas vezes lendo a Bíblia para o amigo.
Saindo da sala por um instante, Rambhau retornou com um cofre nas mãos.
– Há anos eu tenho este cofre, – ele disse. – Só guardo uma coisa dentro dele e vou lhe contar algo. Eu tive um filho…
Um filho! – mas Rambhau, você nunca tocou nesse assunto!
– É porque não podia. – disse o mergulhador com os olhos cheios de lágrimas. – Mas como vou partir em breve e não sei se voltarei, preciso lhe contar o que aconteceu.
– O meu filho também era mergulhador, o melhor no litoral indiano. Era rápido, tinha olhos de águia, braços fortes e o melhor fôlego dentre todos os mergulhadores. Ele me trazia muita alegria!
– Como você sabe, – continuou Rambhau, a maioria das pérolas tem algum defeitinho ou mancha que só um perito consegue detectar. O meu filho sempre sonhou encontrar a pérola perfeita, a melhor de todas, e um dia a encontrou! Mas ficou muito tempo debaixo d’água e logo que veio à tona morreu. Ele deu a vida por aquela pérola.
Abaixando a cabeça e com o corpo tremendo por um momento, o velho mergulhador ficou então em silêncio.
– Guardei esta pérola todos estes anos. Como agora vou partir e talvez não volte mais, quero dá-la a você, o meu melhor amigo.
Girando o segredo do pequeno cofre, retirou um embrulho muito bem feito. Abrindo-o e retirando o algodão delicadamente, revelou uma pérola gigantesca que colocou na mão de Morse.
Era uma das maiores pérolas já encontradas no litoral indiano. Ela tinha um brilho que as pérolas cultivadas não têm. Valia uma quantia vultosa no mercado!
Morse observou a pérola por um momento, e até perdeu a fala, de tão admirado que ficou. Depois exclamou:
– Rambhau! Que pérola!
– Esta pérola, amigo, é perfeita. – Respondeu o indiano tranqüilamente.
Foi quando Morse teve uma revelação: Aquele seria o momento perfeito que ele tanto pedira a Deus, para ajudar Rambhau a entender o sacrifício de Jesus.
– Rambhau – ele disse. – É uma pérola maravilhosa, deslumbrante! Quero comprá-la. Eu lhe dou dez mil dólares por ela.
– O quê? Não estou entendendo! Declarou Rambhau.
– Então eu lhe dou quinze mil dólares por ela. Se valer mais, vou trabalhar até conseguir adquiri-la.
Rambhau aprumou-se na cadeira.
– O valor desta pérola é incomparável. Ninguém neste mundo tem dinheiro suficiente para pagar o que esta pérola vale para mim. No mercado ela seria vendida por mais de um milhão de dólares. Não vou vendê-la para você. Eu quero lhe dar esta pérola.
– Não, Rambhau, não posso aceitar esse presente. Por mais que queira essa pérola, não posso aceitá-la assim. Talvez seja orgulho, mas é fácil demais. Preciso fazer por merecê-la, trabalhar para conquistá-la por esforço próprio.
O velho mergulhador estava abismado.
– Você não entendeu nada, amigo. Não está vendo que esta pérola custou a vida de meu filho? Eu jamais a venderei! Ela vale o sangue do meu filho. Não posso vendê-la, mas posso dá-la. Simplesmente a aceite como um sinal do meu amor por você.
Morse, contendo as lágrimas e sem conseguir dizer nada por um momento, segurou a mão do velho.
– Rambhau, – disse ele baixinho. – Não está vendo que o que eu estou lhe dizendo é exatamente o que você tem dito a Deus este tempo todo?
O mergulhador olhou demoradamente para Morse, como se estivesse tentando decifrar o que ele afirmara. E aos poucos começou a entender.
– Deus está lhe oferecendo a salvação de graça. Ela é de um valor incomparável. Ninguém jamais poderia comprá-la. Milhões de dólares são insignificantes. Não existe pessoa na Terra que poderia fazer por merecê-la. Se alguém fosse trabalhar para adquiri-la, teria que trabalhar por milhões de anos, e mesmo assim não seria suficiente. Ninguém merece a salvação. Custou o sangue do único filho de Deus. É o único caminho para o Céu. Nem fazendo centenas de peregrinações, e esperando um milhão de anos, você conseguiria obtê-la. Só precisa aceitá-la como um sinal do amor de Deus por você, que é um pecador.
– Rambhau, é claro que eu humildemente aceito esta pérola, pedindo a Deus que eu seja digno desse amor que você tem por mim. Mas por que você também não aceita, humildemente, o maravilhoso presente que Deus quer lhe dar, o Céu, que Lhe custou a vida do Seu filho?
As lágrimas começaram a rolar pelo rosto do velho. A nuvem que encobria o seu entendimento começou a se desvanecer.
– Agora entendo. Eu não podia acreditar que a salvação fosse de graça, mas agora entendo. Algumas coisas são valiosas demais para serem compradas ou para alguém ser digno delas. Eu aceito a salvação que Jesus me oferece, amigo!

A bondade divina é riquíssima, como é revelado em tudo quanto Ele fez por nós por intermédio de Jesus Cristo.
A salvação não é uma recompensa pelo bem que fizemos, portanto nenhum de nós pode obter qualquer mérito por isto.
Foi o próprio Deus quem fez de nós o que somos e nos deu uma vida nova da parte de Cristo Jesus; e muitos séculos atrás, Ele planejou que gastássemos essa vida auxiliando aos outros.
“Para mostrar aos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus, porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de voz é dom de Deus” (Ef. 2,7-9).
A Salvação que temos em Jesus é a coisa mais preciosa que podemos ter em nossas vidas, mesmo assim não é necessário pagar pedágio para chegar ao céu.

(Fonte)