Enviai o Vosso Espírito, Senhor

(Vandeia Ramos)

João nos conta que, depois de ter aparecido à Maria Madalena no início do dia, e a ter enviado para anunciar a Ressurreição, Jesus só aparece à noite aos discípulos. Interessante o quanto ele é suscinto. Os mesmos aos que o Mestre tinha dado um ministério específico são os que se encontram recolhidos, com medo do que lhes podia acontecer. No entanto, como prometera que apareceria depois de três dias, Jesus se coloca entre eles. Frente ao coração tumultuado, confuso, Ele lhes oferece a paz, a sua paz, a paz como fruto das chagas da cruz, de quem venceu o último obstáculo com a Ressurreição.
Jesus também não desiste de nós. Ele que nos escolheu, forma, oferece-se como alimento, Caminho, Verdade e Vida, é terno com nossos medos, dificuldades, cansaços. E vem a nós para se oferecer como repouso, descanso em suas chagas de amor. Nele, podemos olhar além de nós, nossas limitações, problemas, e contemplar que há algo que nos espera.
Mas ser discípulo não é ficar preso no cenáculo, com medo do que possa acontecer ao sair pelo mundo. Ser catequista é ser enviado aos demais para anunciar Jesus Cristo, acompanhados da paz que Ele nos oferece. E não vamos sozinhos, mas com o próprio Espírito Santo que nos guia.
No Antigo Testamento, o poder de perdoar os pecados é somente de Deus. Aqui temos Jesus que, enviando o Espírito, dá à Igreja reunida o seu poder. João não nos oferece mais detalhes sobre o encontro. Ele prioriza a presença de Jesus, o envio do Espírito e o que cabe à Igreja desde o início: a missão de santificar a humanidade.
Lucas continua nos Atos dos Apóstolos. A Igreja reunida no cenáculo, na antiga festa de Pentecostes, em que pessoas do mundo inteiro se encontram em Jerusalém. É o momento da Igreja sair do cenáculo e se manifestar publicamente, como ação do Espírito. Maria com os apóstolos seguiam em oração no local em que a Eucaristia foi instituída. No seguir o que Jesus tinha dito, cumpre-se o envio do Espírito.
Na continuidade do Espírito que paira sobre as águas no Paraíso, cobre a montanha do Sinai, fala pelos profetas, pousa sobre Maria na Encarnação, encontra-se em Jesus, os discípulos o recebem, Dom que é o próprio Deus, que se manifesta em nós para sua presença no mundo. Não para ficar guardado no coração ou como um talento enterrado, o Espírito nos vem para que possamos testemunhar Jesus Cristo.
A diferença das línguas da Torre de Babel, que isolava a cada um em seu desejo de ser grande como o céu, é superada na diversidade que enriquece a Igreja e não impede a comunicação. Há uma unidade que nos faz um único Corpo, na linguagem comum do Amor. Aqui começa o Tempo da Igreja.
Manifestando Deus no mundo, a Igreja anuncia as maravilhas de Deus a todas as nações. De diferentes modos, chega a todos, que se inclinam em sua direção, seja para ouvir, seguir, criticar ou mesmo negar. Do ecumenismo ao diálogo inter-religioso, diferentes espaços com ateus, a Igreja se coloca a serviço da humanidade em diferentes modos.
Neste servir, vemos configurados diferentes ministérios, desde o sacerdócio ministerial à catequese, os diferentes leigos que se põem à disposição em profissões, atitudes, atendimentos, como os que assumem atividades pastorais. Atender um enfermo em uma clínica, cuidar com honestidade das finanças públicas, ensinar em escolas, cuidar dos que mais precisam em instituições, liderar com humanidade… Somos Igreja, o Corpo do Senhor, alimentados pela Eucaristia, vivificados no Espírito, que saímos pelo mundo para cuidar do bem comum.
Na autoridade de quem nos envia, no Dom recebido a ser transmitido, Deus vai chegando a cada pessoa, tornando-se presente, renovando a criação.
E vendo as maravilhas que são feitas através de nós, servos inúteis, na consciência de nossa pequenez, podemos cantar ao Senhor, bendizer seu Santo Nome, nossa grande alegria!

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Guiados pelo Espírito no deserto

(Vandeia Ramos)

“Jesus, cheio do Espírito…no deserto, Ele era guiado pelo Espírito”. É comum nossa atenção ao Evangelho de hoje ser dirigida ao diabo. A força deste personagem é a de quem contrapõe a Jesus, tentando levá-lo ao pecado. É o recurso que São Lucas apresenta para que nos identifiquemos com Jesus e que a relação é pessoal. Quero chamar a atenção para a presença silenciosa do Espírito. Somos católicos, batizados, assíduos à Eucaristia e à Confissão. Então também somos cheios do Espírito. E nossa vida com frequência é um deserto. Esta passagem nos lembra quem nos leva e nos acompanha na aridez.
Em época de quaresma, Jesus não come nada. Ele sabe que tem uma missão difícil à frente e se prepara. Não espera chegar os problemas, não vive buscando a alegria efêmera, não senta e aguarda ser servido. Cheio do Espírito, deixa-se guiar. Junto, o diabo está presente. A Escritura não avisa sua chegada, só apresenta o diálogo. São três intervenções: o alimento do pão, o poder e a glória dos reinos, e a adoração ao pecado.
Jesus não dialoga, não bate papo, não “ouve”. Ele rompe com Gn 3, quando o primeiro casal, que cai na armadilha da serpente e à ela se associa, deixando Deus em um lado oposto. Quando Jesus fala, é com a própria Palavra de Deus. Aqui está o jogo entre o ser, o ter e o poder. Nós, como o primeiro casal, acabamos por abrir a guarda e somos imprudentes. Quanto nos oferecem e a gente para e ouve? “Se és…” confrontando-nos, questionando quem somos – nosso orgulho entra em cheque. Quanto já se tentou nos diminuir? Comprar? Não são os tipos de pecado que temos aqui? Frequentemente, ao tentarmos nos autovalorizar, acabamos por nos diminuirmos – nada pode ser maior que ser filho de Deus. Vendemo-nos por prazeres superficiais, falas vazias, objetos pelos quais somos escravizados.
Jesus sabe quem é, o que tem e seu poder. Não precisa provar nada a ninguém. E ainda nos ensina o que e como fazer: respondamos aos dramas de nossa vida na filiação divina, na comunidade de fé e na humildade de sabermos quem somos.
Tudo é do Pai, que leva a nós e aos nossos ao Egito, que cuida de todos. Entre o maltrato e a opressão, nos tornamos grandes, fortes e numerosos. E a voz do povo se volta para o clamor a Deus pelas nossas misérias. Quando realmente nós queremos e estamos dispostos a largar as cebolas do Egito e atravessar o deserto, recebemos a Terra Prometida. Não para nos fartarmos, e sim para que lembremos de quem somos, de onde viemos e quem nos conduz, entregando tudo que temos nas mãos de quem realmente pertence.
É esta entrega total de tudo o que somos e o que temos que anunciamos nossa fé, que nos faz superar diferenças na família de Jesus. No testemunho desta caminhada rumo ao céu, podemos anunciar e sempre pedir, do mais íntimo do nosso coração: Em minhas dores, ó Senhor, permanecei junto de mim!

Pentecostes

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Jesus fundou a Igreja, mas era como pequena semente que o agricultor lança na terra. A semente da Igreja brotou e começou a crescer no dia de Pentecostes, pelo Dom do Espírito Santo, que Jesus tinha prometido. Já conhecemos o que aconteceu naquele dia: a experiência incrível da ação do Espírito, como fogo e vento impetuoso, a transformação dos discípulos, gente simples e medrosa em ardorosos missionários de Jesus Cristo… aquela multidão de pessoas de diferentes línguas e raças, que começam a entender e a falar a mesma linguagem (linguagem do Evangelho e do Amor) e que são batizadas para formar um só povo, o povo de Deus.
Foi neste dia de Pentecostes que a Igreja nasceu e começou sua caminhada, tornando visível sua missão de ser o sinal e o instrumento da comunhão e da fraternidade universal (Reino). Naquele começo da Igreja houve uma presença muito especial e que continuaria marcando toda a longa história da verdadeira Igreja de Jesus: lá estava Maria, reunindo os discípulos de seu Filho, com seu coração de mãe e, junto com eles, implorando o Dom do Espírito Santo.
Assim como Maria faz parte indispensável da vida de Cristo, faz parte também da Igreja, desde o dia de seu nascimento, como mãe e modelo. Não se pode falar de Igreja, se Maria não está presente! Logo após Pentecostes, a Igreja, cheia do Espírito Santo do Senhor, começou sua caminhada ; vivendo como Jesus tinha ensinado, organizando- se e levando à frente a missão que Jesus lhe tinha confiado. Vejam o que diz o livro Atos dos Apóstolos (Capítulo 2 e 4) sobre a vida desta primeira Igreja:
Os seguidores de Jesus preservaram-se fiéis aos ensinamentos dos apóstolos; Viviam bem unidos, eram um só coração e tinham em comum todas as coisas; Rezavam juntos no templo e reuniam- se também nas casas, para celebrar a Ceia (fração do Pão); Partilhavam seus bens com os necessitados e curavam os doentes; Davam um bonito testemunho de amor. Esta é a verdadeira Igreja!

Pecado contra o Espírito Santo

Antes de sua volta para o Pai, Jesus prometeu um novo Consolador, um Advogado. Trata-se do Espírito Santo que viria para apanhar aquilo que é de Jesus e interpretar para os seus discípulos, para assim convencer o mundo “quanto ao pecado, quanto à justiça e quanto ao juízo”(Jo 16,8.).

Diante disso, nos ensinou o Santo Padre João Paulo II que “a blasfêmia (contra o Espírito Santo) não consiste propriamente em ofender o Espírito Santo com palavras; consiste, antes, na recusa de aceitar a salvação que Deus oferece ao homem, mediante o mesmo Espírito Santo agindo em virtude do sacrifício da cruz. Se o homem rejeita o deixar-se ‘convencer quanto ao pecado’, que provém do Espírito Santo e tem caráter salvífico, ele rejeita ao mesmo tempo a ‘vinda’ do Consolador: aquela ‘vinda’ que se efetuou no mistério da Páscoa, em união com o poder redentor do sangue de Cristo que ‘purifica a consciência das obras mortas’. Sabemos que o fruto desta purificação é a remissão dos pecados. Por conseguinte, quem rejeita o Espírito Santo e o sangue, permanece nas ‘obras mortas’, no pecado. E a ‘blasfêmia contra o Espírito Santo’ consiste exatamente na recusa radical de aceitar esta remissão, de que ele é dispensador íntimo e que pressupõe a conversão verdadeira, por ele operada na consciência (…) Ora, a blasfêmia contra o Espírito Santo é o pecado cometido pelo homem, que reivindica seu pretenso ‘direito’ de perseverar no mal – em qualquer pecado – e recusa por isso mesmo a Redenção. O homem fica fechado no seu pecado, tornando impossível da sua parte a própria conversão e também, conseqüentemente, a remissão dos pecados, que considera não essencial ou não importante para a sua vida”(Carta Encíclica Dominum Vivificantem, 46). Como Deus poderá perdoar alguém que não quer ser perdoado?

Para que o nosso entendimento ficasse mais claro acerca deste terrível pecado, o Papa São Pio X, que governou a Igreja de 1903 a 1914, no seu Catechismo Maggiore, ensinou que seis são os pecados contra o Espírito Santo:

1º – Desesperação da salvação, ou seja, quando a pessoa perde as esperanças na salvação de Deus, achando que sua vida já está perdida. Julga, assim, que a misericórdia de Deus é mesquinha e por isso não se preocupa em orientar sua vida para o bem. Perdeu as esperanças em Deus.

2º – Presunção de salvação sem merecimento, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma vaidade egoísta, achando-se já salva, quando na verdade nada fez para que merecesse a salvação. Isso cria uma fácil acomodação a ponto da pessoa não se mover em nenhum aspecto para que melhore. Se já está salva para que melhorar? – pode perguntar-se. Assim, a pessoa torna-se seu próprio juiz, abandonando o Juízo Absoluto que pertence somente a Deus.

3º – Negar a verdade conhecida como tal, ou seja, quando a pessoa percebe que está errada, mas por uma questão meramente orgulhosa, não aceita: prefere persistir no erro do que reconhecer-se errada. Nega-se assim a Verdade que é o próprio Deus.

4º – Inveja da graça que Deus dá a outrem, ou seja, a inveja é um sentimento que consiste primeiramente em entristecer-se porque o outro conseguiu algo de bom, independentemente se eu já possua aquilo ou não. É o não querer que a pessoa fique bem. Ora, se eu me invejo da graça que Deus dá alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o regulador do mundo, inclusive de Deus, determinando a quem deve ser dada tal ou tal coisa.

5º – Obstinação no pecado, ou seja, é a teimosia, a firmeza, a relutância de permanecer no erro por qualquer motivo. Como o Papa João Paulo II disse, é quando o homem “reivindica seu pretenso ‘direito’ de perseverar no mal – em qualquer pecado – e recusa por isso mesmo a Redenção”.

6º – Impenitência final, ou seja, é o resultado de toda uma vida que rejeita a ação de Deus: persiste no erro até o final e recusa arrepender-se e penitenciar-se.

O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição consciente da graça de Deus; é a recusa da salvação que, conseqüentemente, impede Deus de agir, pois Ele está à porta e bate, e a abre quem quiser. A persistência neste pecado, que é contra o Espírito Santo, pois este tem a missão de mostrar a Verdade, levará o pecador para longe de Deus, para onde ele escolheu estar. Apesar disso, o Senhor continuará a amá-lo com o mesmo amor de Pai que tem para com todos, porém respeitando a decisão de seu filho que é inteligente e livre.

(Fonte)

Confirmação

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Os profetas anunciaram que o Espírito do Senhor repousaria sobre o Messias (cf. Is 11,2). No Novo Testamento, toda a vida de Jesus se realiza em comunhão total com o mesmo Espírito (Jo 3,34), em vista de sua missão salvífica (Lc 4, 16-22; Is 61,1). A manifestação do Espírito Santo no Batismo de Jesus foi sinal de sua messianidade e filiação divina (Mt 3, 13-17; Jo 1, 33-34).

O Senhor prometeu, várias vezes, enviar aos seus a efusão do Espírito Santo (Lc 12, 12; Jo 3, 5-8; 7, 37-39; 16, 7-15; At 1,8). Ele cumpriu esta promessa na ressurreição (Jo 20, 22) e, de
modo admirável, no dia de Pentecostes (At 2, 1-4). Os que acolheram a palavra e foram batizados receberam o dom do Espírito Santo (At 2,38).

“Desde então, os apóstolos, para cumprir a vontade de Cristo, comunicaram aos neófitos, pela imposição das mãos, o dom do Espírito Santo, que leva a graça do Batismo à sua consumação (At 8, 15-17; 19,5-6). (…) A imposição das mãos é com razão reconhecida pela tradição católica como a origem do Sacramento da Confirmação que perpetua, de certo modo, na Igreja, a graça de Pentecostes” (Paulo VI, Constituição Apostólica Divinae Consortium Naturae).

À imposição das mãos, a Igreja uniu a unção com o óleo do Crisma. Esta unção completa a iniciação cristã, solidifica a graça batismal e é sinal de uma participação mais intensa na missão de Jesus e na plenitude do Espírito Santo. Pela confirmação, o Espírito Santo, presente no coração do batizado, é assumido como força para a missão de ser luz que faz resplandecer o próprio Cristo.

A Confirmação imprime na alma o caráter, marca espiritual indelével que aperfeiçoa o sacerdócio comum dos fiéis, recebido no Batismo, e confere a missão de testemunhar publicamente a fé. “Pelo Sacramento da Confirmação, os batizados são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos de especial força do Espírito Santo, e assim mais estritamente obrigados à fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras” (LG 11; cf. cân. 879; AA 3). Assim como o Espírito Santo, derramado em Pentecostes, consolidou a vocação missionária da Igreja, a força do mesmo Espírito, conferida na confirmação, impele o cristão a se tornar missionário, em vista da edificação da Igreja “(cf. 1Cor 14,12).

Pela Confirmação, sacramento da maturidade cristã, o batizado assume, de forma consciente, sua fé e reafirma o compromisso de se tornar, pelo próprio esforço e pela graça de Deus, uma “nova criatura” (Gl 6,15; 2 Cor 5,17).

“A confirmação está de tal modo ligada à sagrada Eucaristia que os fiéis, já marcados com o sinal do Batismo e da Confirmação, são inseridos plenamente no corpo de Cristo pela participação na Eucaristia” (DCN 9). O crismando é declarado plenamente iniciado e adulto na fé, pronto para a missão e o apostolado, na Igreja e no mundo.

Os fiéis têm obrigação de receber a Confirmação (cf. cân. 890); sem este sacramento e a Eucaristia, o Batismo é, sem dúvida, válido e eficaz, mas a iniciação cristã permanece inacabada.

“O sacramento da Confirmação, que imprime caráter, e pelo qual os batizados, continuando o caminho da iniciação cristã, são enriquecidos com o dom do Espírito Santo e vinculados mais perfeitamente à Igreja, fortalece-os e mais estritamente os obriga a serem testemunhas de Cristo pela palavra e ação e a difundirem e defenderem a fé” (CDC, 879).

”Pelo sacramento da Confirmação os fiéis são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos de força especial do Espírito Santo, e assim mais estritamente obrigados à fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras” (CIC, 1285).

Catequistas Unidos – um novo Pentecostes

Hoje é um dia muito especial para nós cristãos, pois celebramos a vinda do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos:

No dia de Pentecostes, o Espírito da promessa foi derramado sobre os discípulos, “reunidos no mesmo lugar” (At 2,1), esperando-o, “todos unânimes, perseverando na oração” (At 1,14). O Espírito, que ensina a Igreja e lhe recorda tudo o que Jesus disse, vai também formá-la para a vida de oração. (CIC §2623)

E o Espírito Santo escolheu justamente este dia para reacender a chama evangelizadora dos Catequistas Unidos, grupo que participo desde 2011, com outros catequistas blogueiros, que estavam um pouco afastados, mas se reencontraram e formaram um grupo no Whatsapp para compartilhar experiências, formação, espiritualidade e acima de tudo o amor de Cristo!

Por enquanto os que estão participando são esses:

Roberto Garcia – Blog do Catequista Roberto

Jonathan Cruz – Catequese com Crianças

Layse Bispo – Catequese Kids

Cláudia de Jesus Pinheiro – Catequese na Net

Wania Dias – Catequista Wania

Érica Magro – Catequizando com Amor

Patrícia Bonot – Catequizando com Jesus

Kesia Lima – Jardim da Boa Nova

Angela Rassele Corteletti – Nos Passos de Jesus

Sheila Jorge – Semeando Paz

Imaculada Cintra – Sou Catequista de IVC

Ana Paula Brito Generoso – Tia Paula

Silvanety Gonçalves Martins David – Vinde Todos Evangelizar

Jesus, sopra teu Espírito Santo sobre nós e envia-nos para sermos testemunhas de seu amor!

pentecostes

OREMOS:

Espírito de Deus, tornai-nos disponíveis à Vossa visita,

fazei crescer em nós a fé na Palavra que salva.

Sede a fonte viva da esperança que germina nas nossas vidas.

Sede em nós o sopro de amor que nos transforma

e o fogo de caridade que nos impele a darmo-nos a nós mesmos,

através do serviço aos nossos irmãos.

Vós, que o Pai nos enviou,

ensinai-nos todas as coisas e fazei com que compreendamos a riqueza da Palavra de Cristo.

Afirmai em nós o homem interior, fazei com que passemos do temor à confiança, a fim de que brote em nós o louvor da Vossa glória.

Sede a luz que vem colmar o coração dos homens e dar-lhe a coragem de Vos buscar incansavelmente.

Vós, Espírito de verdade, introduzi-nos na Verdade completa,

a fim de proclamarmos com determinação o mistério de Deus vivo

que age na nossa história.

AMÉM