Celebração na Reunião com os Pais da Catequese

O que não pode faltar em uma celebração na Catequese?

Acolhimento: Palavras de boas vindas e anúncio do motivo que nos leva a querer realizar tal celebração (“Hoje vamos agradecer por …; vamos pedir …; vamos apresentar a Deus…; vamos nos colocar na presença do Senhor para…”) Havendo tempo, pode ser usado um canto acolhedor e que promova a integração entre os participantes.

Canto Inicial: De preferência, de louvor ou invocando o Espírito Santo; ressaltando a presença de Deus; pedindo a intercessão de Maria.

Sinal da Cruz: Reverenciando a Trindade em nome da qual nos reunimos e pedindo o auxílio do Espírito Santo.

MODELO DE CELEBRAÇÃO (Confiando os filhos a Deus) 

Ana SamuelObjetivo: Acolher e despertar, pela Palavra de Deus, o desejo dos pais de orar pelos filhos e confiá-los ao Amor de Deus.

Preparo: Uma cartolina vermelha em formato de coração (grande); versículos bíblicos a serem meditados em tiras de papel ou escritos num lugar bem visível e bonequinhos de papel distribuídos sobre as cadeiras.

Motivação: Comparar a presença dos pais na reunião e o fato de terem colocado os filhos na catequese com a atitude de Ana, um grande exemplo de mãe. Narrar de forma dinâmica a passagem de Samuel (I Sam 1,1-2.8-11.17.24-28; 3,1-10). O texto não deve ser lido e, sim, previamente preparado e narrado pelo catequista que, conforme a criatividade, poderá usar material visual ou narrá-lo de forma dramatizada.

Palavra Meditada: Solicitando atenção aos versículos 1,27-28 e 3,9-10, pedir que o leiam em silêncio e reflitam sobre as atitudes da mãe e do sacerdote.

Pistas de Reflexão: Deus, em seu infinito amor, foi quem os atraiu, para que pudessem apresentar seus filhos a Ele;
– Importância da oração da mãe (pai, avó, tia…), assim como Ana na vida de Samuel que, mesmo vivendo com os filhos de Eli que eram maus, permaneceu no bem e se tornou um grande juiz.
– Assim como Heli, também devemos crer que Deus pode falar com os pequeninos e precisamos ensiná-los a ouvir a sua voz.

Gesto simbólico: Apontar para o grande coração já afixado e colocar sobre o mesmo o versículo “Eis aqui o menino por quem orei” Sam 1,27a;
– Pedir que escrevam no boneco de papel o nome do(a) filho (a);
– Convidar a que venham, em procissão, colocar cada bonequinho ao redor do coração, numa atitude de entrega, para que o Senhor abençoe este(a) filho(a) por todos os dias de sua vida;
– Durante a procissão, escolha-se um canto apropriado. (Exs.: “Deus cuida de mim”; “Nada te perturbe”; “O Senhor é meu pastor”)

Oração: Agradecer ao Senhor por cada pai /mãe/avó que, como Ana, veio apresentar seus filhos a Deus e pedir que o Senhor os abençoe e guarde por todos os dias de sua vida.
– A oração poderá ser concluída com a leitura da bênção litúrgica (Números 6,24-26) ou do Salmo 127.

Canto: Conhecido ou de fácil aprendizagem para que todos possam cantar com entusiasmo. (Ex.: “Obrigado, Senhor”; “É impossível”; (refrão) “Abençoa, Senhor, as famílias, amém”.

(Fonte)

Moldes para confecção do cartaz:

amor-coracao

bonecos de papel

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Hora Santa junto ao Sagrado Coração de Jesus

Jesús dando la Comunión a los Apóstoles

DIRIGENTE – Rezar é comunicar-se com Deus. Acreditar no valor, na força e na eficácia da Oração é uma graça. Estamos aqui rezando, refletindo, agradecendo. Num clima de paz. Reafirmando o nosso amor a Cristo, façamos o nosso oferecimento:

TODOS – Ofereço, ó meu Deus, em união com o Santíssimo Coração de Jesus.

DIRIGENTE – Em cada linha ou página do Evangelho, encontramos recados preciosos de Jesus. Ouçamos Cristo, quando fala do grão de mostarda.

LEITOR 1 – “O Reino de Deus é como um grão de mostarda, a menor semente da terra. Mas, quando semeado, ele cresce e lança grande ramos, a ponto que as aves do céu se abrigam à sombra”

LEITOR 2 – Cristo nasceu criança. Cresceu, desenvolveu-se, iniciou sua vida pública, falou às multidões, realizou milagres, revelou o Amor do Pai e morreu na cruz, por cada um de nós. E hoje é uma grande “árvore” bracejando luz, fé, esperança, misericórdia e bondade por sobre o mundo inteiro.

LEITOR 3 – Nós somos Igreja, Senhor. Membros da Tua Igreja, da nossa Igreja. Ajuda-nos, Senhor, acrescer na fé, na esperança, no amor cristão. Que a nossa fé concretizada em obras, alimente nossa vida de trabalho nosso apostolado, nossa oração.

TODOS – Aumenta Senhor, a nossa fé.

DIRIGENTE – Deus, que é amor, sempre desejou que a fraternidade irmanasse todas as criaturas da terra. Cristo colocou o mandamento da caridade, como alicerce do seu Evangelho.

TODOS – Ajuda-nos, Senhor, a viver o mandamento da caridade.

LEITOR 1 – A vivência da fraternidade é o sinal do verdadeiro cristão. O mistério da redenção se concretiza em nossa alma, em nossa vida, quando a verdadeira fraternidade nos irmana, nos une, nos aproxima. Oxalá pudessem dizer todos aqueles que nos olham e observam: “Vede como eles se amam”.

DIRIGENTE – Esta é uma das invocações, que já rezamos tantas vezes: “Coração de Jesus, Rei e centro de todos os corações, tenda piedade de nós”. Cristo é Rei centro dos nossos corações. Como apóstolos, queremos distribuir Jesus Cristo aos nossos irmãos. Como apóstolos, rezamos e labutamos, para que outras almas se abram ao amor de Cristo. Bendigamos a Deus, que é vida e a salvação do seu povo, e nos convida a sermos seus amigos. Invoquemo-lo, com alegria e gratidão, rezando:

TODOS – Senhor dá-nos um coração justo e generoso.

LEITOR 2 – Para que saibamos amar os outros, dimensão Do Sagrado Coração de Jesus Cristo, rezemos…

TODOS – Senhor dá-nos um coração justo e generoso.

LEITOR 3- Para que diminuam no mundo, as injustiças, o ódio, a inimizade, as vinganças e os homens se amem como irmãos, nós vos pedimos…

TODOS – Senhor dá-nos um coração justo e generoso.

LEITOR 1 – Para que a Igreja seja sinal do amor do Pai, aqui na terra, nós vos pedimos…

TODOS – Senhor dá-nos um coração justo e generoso.

LEITOR 2- Para que o Evangelho penetre profundamente na vida de cada um de nós, frutificando harmonia, unidade, concórdia e paz, nós Te pedimos…

TODOS – Senhor dá-nos um coração justo e generoso.

DIRIGENTE – A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e a recepção da Eucaristia são uma garantia de vida, de Graças, de santidade. Agradecemos tudo isso, cantando alegremente:

TODOS – Coração Santo, Tu reinarás; Tu nosso encanto, sempre serás! (2x)

LEITOR 3 – Da fonte brota água. Da fonte de vida eterna, que é Jesus Cristo, brota luz, verdade, graça, amor, alegria, esperança, santidade. Viver em comunhão com Pai, com o Espírito Santo.

LEITOR 1 – Da fonte brota água. Da fonte de vida eterna, que é Jesus Cristo, nasce a Santidade. Vida e santidade que nos tornam agradáveis a Deus, profundamente amados por Deus. Vida e santidade que devem crescer em nós.

LEITOR 2 – Jesus, em seu infinito amor, oferece-nos os meios para crescermos nesta vida divina, sobrenatural. Oferece-nos condições para conquistar esta vida divina, se por acaso perdemos, através do pecado.

DIRIGENTE – A generosidade de Deus é sempre maior que a nossa Fraqueza. Jesus nos dá a sua palavra de vida (Jo 6,63), Nos dá o Pão da vida (Jo 6,51). Dá-nos seu Espírito que é Vida (Jo 4,14), nos oferece o seu perdão que transmite a vida (Jo 20, 22). Os sacramentos, sempre à nossa disposição, são os misteriosos canais ligando o céu e a terra, trazendo a divina até nós.

DIRIGENTE – Maria Santíssima é a Mãe da Igreja, Rainha dos apóstolos, Co-redentora do gênero humano. Que Ela nos ajude, a cumprirmos sempre a vontade de Deus, em nossa vida.

TODOS -Em tuas mãos Senhor, colocamos nosso apostolado, as alegrias e o sofrimento, nosso presente e nosso futuro, toda a nossa existência, sob as bênções de Maria, Mãe da Igreja e nossa Mãe. Obrigado Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Somos peregrinos no tempo a caminho da Eternidade. AMÉM.

Canto final:

DIVINO CORAÇAODEJESUSConheço um coração tão manso, humilde e sereno.
Que louva ao Pai por revelar Seu Nome aos pequenos. Que tem o Dom de amar, que sabe perdoar, e deu a vida para nos salvar!

Jesus, manda Teu Espírito, para transformar meu coração (2x)

Ás vezes no meu peito bate um coração de pedra.
Magoado, frio, sem vida, aqui dentro ele me aperta.
Não quer saber de amar, nem sabe perdoar, quer tudo e não sabe partilhar.

Lava, purifica e restaura-me de novo.
Serás o nosso Deus e nós seremos o Seu povo.
Derrama sobre nós, a água do amor, o Espírito de Deus nosso Senhor!

(Fonte)

Gênesis e Anti-Gênesis

Ontem tivemos o primeiro dia do Curso de Reciclagem para Catequistas da Quinta Forania e o Padre Adilson, da paróquia São Pedro Apóstolo, fez uma linda celebração conosco, fazendo-nos meditar sobre a Criação do Mundo (Gênesis) e a destruição do mundo (Anti-Gênesis). Ele nos dividiu em 6 grupos (6 dias da criação), apagou as luzes e conforme ia lendo no primeiro capítulo da Bíblia, íamos acendendo velas no Círio Pascal. Depois, conforme lia um texto contando o que o homem tem feito com a criação de Deus, íamos apagando as velas, ficando na escuridão. 
Eu procurei esta celebração e encontrei uma semelhante, vejam que interessante também:
GÊNESIS E ANTI-GÊNESIS
ANIMADOR: Em todo o tempo e lugar o Espírito de Deus está presente e ativo. Ele oferece luz e força para o processo de crescimento humano-espiritual. Para que possamos caminhar e enxergar a direção que o Pai nos indica, vamos fazer neste momento a celebração da vida ;  Entra o fogo (Peão com tocha), a terra (prenda com um saco de terra), a  água (aluno com uma jarra), e o vento (aluno(o) com bandeira(s)). Enquanto entram os símbolos coloca-se um fundo musical ).
PRESIDENTE: Iniciemos nossa celebração manifestando que Deus é comunidade e nos reúne em nome do Pai, Filho e Espírito Santo. Todos: Amém
ANIMADOR: Cada um de nós representa um dia da criação. Mergulhemos nesta maravilha de que somos criados no amor de Deus. À medida que forem lidos os dias da criação, as pessoas com a cor mencionada acenam um lenço da cor citada. Em sinal da presença do amor de Deus em nossa vida. Vamos fazer um teste: os que tem a cor branca, vamos acenar! Agora os de azul,… verde…., amarelo…. e vermelho.
LEITOR 1 – No princípio Deus criou o céu e a terra. A terra estava vazia, as trevas cobriam o abismo, o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: “Haja luz”, e houve luz. Deus viu que a luz era boa. Chamou a luz de dia e as trevas, de noite –  Acenam-se os lenços da cor branca – (Fundo musical enquanto entram crianças de branco carregando velas acesas).
LEITOR 2 – No segundo dia Deus disse: “Haja um firmamento”,  e assim se fez. Deus chamou o firmamento de céu. Acenam-se lenços da cor azul – (Fundo musical enquanto entram crianças que trazem um lençol azul).
LEITOR 1 –  No terceiro dia Deus disse: “Que as águas que estão sob o céu se reunam numa só massa e que apareça o continente.” Deus chamou ao continente de terra e a massa das águas, mar. Disse ainda: “Que a terra produza ervas e que dêem sementes e árvores frutíferas segundo a sua espécie.” E assim se fez. E Deus viu que tudo era bom. Acenam-se lenços da cor verde. (Fundo musical enquanto entram crianças com ramos verdes.)
LEITOR 2 – No quarto dia Deus disse: “Que haja luzeiros no Céu, para separar o dia e a noite”. Que sirvam de sinais tanto para as estações,  quanto para os dias e os anos. E Deus viu que isso era bom. Acenam-se lenços da cor amarela. (Fundo musical enquanto entram 5 crianças de amarelo, com estrelas nas mãos, formando a constelação do cruzeiro do sul no lençol.)
LEITOR 1  – No quinto dia Deus criou os peixes do mar e as aves do céu e disse: “Multiplicai-vos, e enchei as águas dos mares e que as aves se multipliquem sobre a terra.” Acenam-se os lenços da cor vermelha. ( Fundo musical enquanto entram crianças com cartazes, figuras de peixes e aves, com vestimenta da cor vermelha.)
LEITOR 2 – No sexto dia Deus disse: “Que a terra produza seres vivos, animais  domésticos segundo a sua espécie.” Disse também: Façamos a nossa imagem e semelhança, homem e mulher”. E Ele os criou. Deus os abençoou dizendo: “Sede fecundos, enchei a terra e submetei-a. Deus viu tudo o que tinha feito e era muito bom. (Fundo musical enquanto entram o Estatuto dos Direitos Humanos e um bouquet de flores)
LEITOR 1 – Por fim, Deus concluiu no sétimo dia a obra que fizera e descansou.. Acenam-se todas as cores.(Fundo musical enquanto entra o pão e o vinho. (música).
ANIMADOR  – O amor de Deus na criação é podado e sufocado  pelo egoísmo do homem. É a história do pecado na história dos homens e na nossa história. Vamos agora representar a participação de cada pessoa na ruptura com o plano de Deus, de modo que representamos um dia da criação. Agora tentaremos vivenciar um dia da destruição. Mergulhamos nesta realidade de pecado que destrói e sufoca o amor de Deus, A medida em que forem lidos os dias do anti-gênesis, as pessoas da cor mencionada acenam seus lenços, em sinal de ruptura com Deus e com os outros homens. serão as trevas do egoísmo entrando em nossa vida, em nossas comunidades.
(Símbolos e cores chamadas são colocados em uma caixa em frente ao altar – dentro deve estar a Bíblia e a vela do Círio)
LEITOR 1 – Perto do fim dos tempos o homem quis viver só, longe  do Deus que o criou. Assumiu-se como absoluto e Senhor de toda a terra. A Terra era bela e fértil, a luz brilhava nas montanhas e nos mares. A terra estava cheia de vida, o azul do céu resplandecia e o ar era puro.
LEITOR 2 – Acenamos os lenços de cor branca…  Disse então o homem: dividamos o céu e a terra, que alguns homens possuam todo o poder sobre o céu e outros sobre a terra. Que a ganância de possuir mais de origem a discórdia e assim o sangue humano seja derramado sobre a terra. E assim se fez! Foi a primeira noite antes do fim. (desaparece, silencia os  da cor branca e seus símbolos são abafados – colocar na caixa as velas apagadas).
LEITOR 1 – Acenamos os lenços de cor azul…  O Homem disse: Tomemos o céu, que ele seja cinzento, cheio de fumaça e gases venenosos e que o ar seja poluído. E assim se fez. O homem achou que assim era melhor; as pessoas começaram a levar máscaras. Foi a  Segunda noite antes do fim. (desaparece, silencia os  da cor azul e seus símbolos são abafados – lençol, panos azuis).
LEITOR 2 – Acenamos os lenços de cor verde…  O homem disse: que as águas sobre a face da terra se encham de navios, de produtos químicos e de lixos das cidades. Que naveguem, nas águas  e nos fundos dos oceanos, submarinos atômicos, capazes de poluir os mares e destruir os povos sobre a terra. E o homem afirmou: acabamos com o verde das florestas, coloquemos em seu lugar plantas que dêem mais lucro, prédios que acumulem riquezas e asfaltem para que não nasçam mais plantas. E assim se fez! Os homens ficaram encantados com os avanços conquistados. Foi a terceira noite antes do fim. (desaparece, silencia os  da cor verde e seus símbolos são abafados – ramos verdes).
LEITOR 1 – Acenamos os lenços de cor amarela…  O homem disse: Não nos importemos mais com o sol, com as estrelas e que a luz perca o seu encanto. Façamos nós mesmos os nossos luzeiros, e que sejam coloridos para que brilhem nas noites de nossas cidades e que bombas sejam lançadas ao céu, para fazer o mesmo clarão das noites de tempestade. E assim se fez! O homem abafou o encanto da lua e das estrelas; e no seu lugar colocou satélites espiões. O homem viu tudo o que tinha feito e ficou orgulhoso de suas façanhas. Foi a quarta noite antes do fim. (desaparece, silencia os  da cor amarela e seus símbolos são abafados – estrelas e panos amarelos colocados na caixa).
LEITOR 2 – Acenamos os lenços de cor  vermelha…  O homem disse: Tomemos os peixes das águas e os animais das florestas. Que a pesca seja permitida em todos os tempos, por esporte, necessidade ou crueldade. Joguemos petróleo, fezes, lixo  e veneno nas águas, para que assim os peixes  e aves morram envenenados e as praias  fiquem mal cheirosas e poluídas, e disse mais: Criemos um esporte entre os homens, para que possam matar as aves do céu, e que seja o vencedor aquele que mais aves conseguir abater. E assim se fez. O homem viu que era o melhor! Foi a quinta noite antes do fim. .
(desaparece, silencia os  da cor vermelha e seus símbolos são abafados – imagens, desenhos, etc., de peixes e aves).
LEITOR 1 – O homem disse: cacemos a vontade os animais das florestas; façamos tapetes, calçados e roupas com suas peles. E aqueles que ainda sobrarem, sejam trancados, domesticados e sirvam de lazer e experiências de laboratórios. E no fim gritou sem pudor: Façamos um grande deus a nossa imagem e semelhança. Que ele abençoe tudo o que nós fazemos, esteja a serviço de nossas ideologias e projetos, sirva de acomodação para os pobres e marginalizados. E que este deus, se multiplique entre os homens tomando várias formas na vida das pessoas. Que cada um possua o seu próprio deus, seja o deus do lucro, deus da ganância, deus da técnica, deus da ignorância. Que estes deuses dominem o homem e o façam cada vez mais egoístas. Foi a Sexta noite antes do fim. . (silencia tudo,   e os símbolos finais são abafados por cartazes com palavras lucro, ódio, ganância, ignorância, etc…– estatuto e flores).
LEITOR 2 – Na sétima noite o homem ficou só, cansado e vazio. Não havia nada sobre a face da terra. Um frio e um tremor o envolvera por toda a parte. Só havia ódio, discórdia e morte. Foi o fim do homem. (um momento de silêncio…)
Vamos escutar a mensagem que a música CANÇÃO DOTERCEIRO MILÊNIO nos traz, abraçados no irmão do nosso lado é o abraço e união da paz .
(Crianças vão até a caixa e retiram a Bíblia e a vela do  Círio, acendem e ficam mostrando para todos até o final do canto, após colocam o Círio e a Bíblia sobre o altar)
ANIMADOR:  O espirito age com eficiência sem cansaço naqueles que a ele abrem a porta de seu coração e se entregam docilmente a sua ação amorosa. Neste momento vamos abençoar o pão e o vinho, sinal de nossa partilha e de um mundo melhor. É a comunhão de todos os homens e mulheres na mesma fé. (segue com os ministros da comunidade)
PAI-NOSSO DE MÃOS DADAS
BENÇÃO E PARTILHA DO PÃO
AVISOS
BENÇÃO FINAL  (durante a saída se repete a música final)
(Fonte
(Hoje teremos o segundo dia do e vou tentar pegar com a Maria Inês as dinâmicas sugeridas por ela para o encontro sobre criação. Beijinhos e fiquem com Deus.)

Celebração para preparação de Primeira Eucaristia

D: É com muito carinho e alegria que acolhemos a todos vocês: pais, catequizandos e catequistas… Sejam bem vindos! Louvado seja o nosso Deus e Senhor que nos concede a graça de estarmos aqui reunidos, para juntos e desde já prepararmos nossos corações, para a grande festa da Primeira Eucaristia desses catequizandos. Com certeza essa Eucaristia será um acontecimento muito especial na vida de cada um deles. Iniciemos este encontro, louvando e adorando a Trindade Santa presente em nós desde o Batismo.

Canto: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, estamos aqui….

L1: Queridos catequizandos que estão caminhando para realizar seu primeiro encontro com Jesus na Eucaristia. Jesus diz para cada um de vocês o mesmo que disse um dia para seus discípulos na última ceia: “Desejo ardentemente comer esta ceia convosco!”. O desejo de Jesus de se encontrar e fazer comunhão com vocês é muito grande, muito mesmo.  E vocês estão esperando da mesma forma, com o mesmo amor?

D: Para que este encontro, esta comunhão de amor se realize não basta conhecer Jesus só intelectualmente, entender tudo sobre religião,  estar sempre de corpo presente em todas as celebrações…  é necessário conhecê-Lo de coração, deixar se cativar por Ele, criar laços, fazer um espaço em nosso coração para acolher com alegria seus ensinamentos, sua amizade, sua doação de vida e amor…

L1: Muitos reclamam que mesmo estando na Catequese e fazendo a Primeira Eucaristia, não conseguem formar comunhão com os colegas, não sentem vontade de retornar à comunidade. Sabem porque? Eles vêm para a Catequese fechados em si mesmos, participam das celebrações por obrigação, só pelo comprovante e na Catequese ficam só no intelectual, na doutrina.  Para formar comunidade é necessário partilhar a vida e o coração e realizar o exercício da vida fraterna. Sem a vivência em comunidade, como irmãos e irmãs que somos, a Primeira Comunhão vai ser a primeira e a última talvez.  Primeira Eucaristia ou Primeira Comunhão não é diploma, mas compromisso, responsabilidade com a comunidade de todos e de cada um de nós.

ARRANJO COM ESPIGAS DE TRIGO: (Entra)

D: Temos todos uma missão e para entendê-la trazemos para vocês a imagem da espiga, da espiga que esconde uma grande missão. A nossa missão… Um caminho de doação como foi o caminho de Jesus, de entrega até a morte. Um Jesus esmagado, triturado, comido e oferecido a todos: “Tomai e comei todos vós”.  (Para no meio)

L1:  Grãos e juntinhos e firmes, se doam para serem pão. Assim foi o Cristo, assim é a Igreja, em torno do seu coração. Deve permanecer unida pela missão.

D: Vamos contemplar a espiga. Vejam! Ela está encoberta. (Colocar na mesa) O trigo está oculto na palha. Só vemos a palha seca e sem vida.

PALHA: Sou palha. Minha missão é proteger o trigo do sol quente, da chuva, enquanto ele cresce. Quando o trigo amadurece podem me jogar fora, já cumpri minha missão.

ESPIGA: (sem palha) Eu sou uma espiga. Sinto-me feliz e completa à medida em que os grãos  estão unidos e sãos. Olhem como sou bonita. Aproveite para me contemplar enquanto é tempo; minha vida é curta. Logo, logo, serei debulhada.

UM GRÃO: – Sou um grão solitário, perdi meus companheiros. Onde eles estão? Sinto-me tão só, grão inútil. Para que sirvo? Apenas para ser picado, comido pelas aves! Estou aqui nem sou percebido por alguém.

D: Um grão de trigo sozinho, para que serve? O que vale um membro da Igreja sozinho, isolado, separado da comunidade? Perde a força do testemunho, perde a vida. Não tem sentido. Não é feliz e não cumpre a missão.

MONTE DE GRÃOS: – Somos um monte de grãos de trigo, formamos uma multidão. Deixamos nosso lugar, nossos irmãos, saímos da espiga para unir-nos a grãos de outras espigas. Agora em meio a esta multidão estamos disponíveis. Podem fazer de nós o que quiserem…

FARINHA: Sou trigo doado, moído, transformado em farinha. Os grãos se doaram tanto que perderam a identidade. Vejam só: grãos pereceram para que eu pudesse existir.    

L1: Farinha é alimento. Matar a fome, eis a missão da farinha…
Alimentar a vida, a esperança, a fé: é a missão da Catequese, da Igreja. Porém não basta ser farinha pura e forte;  uma Catequese cheia de conteúdos, uma comunidade com um grande templo, servindo de cartão postal, onde o sino bate, mas não se ouve o chamado…

D: É preciso aceitar outros ingredientes. É preciso aceitar desaparecer. “É preciso que eu desapareça para que outro cresça.”

PÃO: Eis o pão! Sou o resultado de um  longo processo de transformação.  Lembram da espiga, da palha, dos grãos, do monte de trigo debulhado, da farinha?  Todos eles tiveram que desaparecer para que eu chegasse a ser pão. Minha missão é alimentar. O que é muito mais do que matar a fome. Também a nossa missão é fortalecer e garantir a vida, anunciando a Fonte da Vida: Cristo Jesus. Ele, que é o mesmo: ontem, hoje e sempre.

(Partir o pão e partilhar)

Canto: 1. Participar é criar comunhão, fermento no pão, saber repartir. Comprometer-se com a vida do irmão, viver a missão de se dar e servir.// MAS É PRECISO QUE O FRUTO SE PARTA E SE REPARTA NA MESA DO AMOR! (BIS)// 2. Os grãos de trigo, em farinha se tornam, depois se transformam em vida no pão. Assim também quando participamos, unidos criamos maior comunhão.

L1: A melhor maneira de posicionar-se diante da pessoa de Cristo feito carne, é exatamente voltar ao momento decisivo, no qual aquele que nos amou manifestou profundamente o seu amor entregando-se à humanidade na Eucaristia. Como não ficar surpresos com as palavras: “Isto é meu corpo”, “este é o cálice do meu sangue”?  Como não se maravilhar com o fato de que aquele que é Deus, oferece-se como alimento e bebida àqueles que são suas próprias criaturas?

D: A Eucaristia, irmãos e irmãs,  nos faz irradiar amor. Quando recebemos Jesus em nosso coração e com Ele fazemos comunhão o seu corpo se faz Vida em nossa vida, penetrando nossa alma e unindo nossos corações e nos torna um só coisa com Ele, de tal modo que podemos dizer: “Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois  é Cristo que vive em mim!”

L1: E o que desejamos, queridos catequizandos, é que vocês jamais se afastem Dele. Seria como viver a vida na escuridão, pois Ele é a Luz do Mundo; seria como viver sedentos e sem água, porque ele é a Água Viva; seria como não ter vida, porque Jesus é a Vida Plena. Podem confiar!

D: Que Deus, por seu imenso amor,  conceda a cada um a graça, de durante a missa da Primeira Eucaristia, poder também ser transformado com o pão e o vinho, para que no momento da Comunhão Jesus o encontre de coração aberto, alegre, com um profundo sentimento de humildade, paz e amor.

D e L1: Para que isso aconteça, experimente crer…

L1: Experimente crer que o Ressuscitado está perto de você e então perceberá a presença do invisível.

D: Experimente crer e gozará de uma paz real, saboreará a verdadeira serenidade que ninguém tirará de você.

L1: Experimente crer que Ele lhe vê e lhe quer bem! E logo seus pesos se tornarão leves.

D: Experimente crer que Ele está perto de você na dor e que não existe cruz pesada ou leve que Ele não carregue com você.

L1: Experimente crer que sua mão amiga não lhe deixa jamais, mesmo na fadiga cotidiana.

D: Experimente crer e logo sentirá uma força nova para superar qualquer prova e vai ver que não desanimará nem mesmo pela enésima caída. 

L1: Mas retomará o vôo na certeza que a sua palavra não é vã  e vem ao seu encontro carregada de sentido em cada situação

D e L1: E somente, se crer ainda Nele, terá grande consolação.

Canto final e abraço da paz.

(Fonte: Site da Paróquia São Sebastião – Veja outras celebrações clicando aqui)

Celebração para o Dia do Catequista

Acolhida
Hoje é dia de alegria: celebramos nossa missão de catequistas. Ouvimos a voz do Senhor que nos chamou a anunciar seu Amor, a mostrar o caminho de Luz e Verdade, a encontrar o verdadeiro sentido da vida para todos que se abrem à sua mensagem.
Ser catequista é uma vocação, é uma responsabilidade, é uma abnegação. Vamos refletir um pouco sobre a tarefa que o Senhor nos confiou.

Canto
O Senhor nos chamou a viver, a viver a alegria do amor.
Foi teu amor que nos fez conhecer toda alegria da vida, Senhor.
Senhor da Vida, teu amor nos faz recomeçar.
Eu sei que a nossa vida é vida perdida pra quem não amar.
O Senhor nos chamou a viver, a viver como irmãos simplesmente.
Foi teu amor que nos fez conhecer que o próprio Deus vive a vida da gente.
Senhor da Vida…

Animador(a):
“Vinde a sós, para um lugar deserto e descansai um pouco”, disse Jesus a seus discípulos quando lhe contaram o que tinham feito e ensinado. Hoje, Jesus o diz a nós.
Vamos ler este trecho do Evangelho de Marcos:

Leitor(a) 1: 
Os apóstolos se reuniram junto de Jesus e lhe contaram tudo o que tinham feito e ensinado. Jesus lhes disse: “Vinde a sós, para um lugar deserto, e descansai um pouco!”
Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham nem tempo para comer.
Foram, então, de barco para um lugar deserto, a sós. (Mc 6,30-32)

Animador(a):
Vamos imaginar que, neste momento, estamos junto do Senhor, para descansar e refletir sobre nossa missão de catequista. O seguinte texto pode nos ajudar a verificar como nós vivemos nossa vocação. As palavras de São Paulo foram dirigidas à comunidade de Corinto (1Cr 9,16-23).
.
Leitor(a) 2:
Anunciar o Evangelho não é para mim motivo de glória.
É, antes, uma necessidade que se me impõe.
Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!
Se eu o fizesse por iniciativa minha, teria direito a uma recompensa.
Mas, se o faço por imposição, trata-se de uma incumbência a mim confiada.
Então, qual é a minha recompensa?
Ela está no fato de eu anunciar o Evangelho gratuitamente,
sem fazer uso do direito que o Evangelho me confere.
Assim, livre em relação a todos, eu me tornei escravo de todos,
a fim de ganhar o maior número possível.
Com os judeus, me fiz judeu, para ganhar os judeus.
Com os súditos da Lei, me fiz súdito da Lei, para ganhar os súditos da Lei.
Com os fracos me fiz fraco, para ganhar os fracos.
Para todos eu me fiz tudo, para certamente salvar alguns.
Por causa do Evangelho eu faço tudo, para dele me tornar participante.

Animador(a):
Vamos formar alguns pequenos grupos e partilhar o que entendemos desta leitura e como a vivemos na prática da nossa catequese, quais os pontos positivos, quais as falhas.
Depois da reflexão, podemos pôr em comum o que foi partilhado. (Tempo para reflexão)

Animador(a): 
O texto de Marcos continua:

Leitor(a) 3: 
Muitos viram partir Jesus e os discípulos para descansar. Saíram, então, de todos os lados e, a pé, correram à frente e chegaram lá antes deles.
Ao sair do barco, Jesus viu uma grande multidão e encheu-se de compaixão por eles, porque eram como ovelhas que não têm pastor. E começou, então, a ensinar-lhes muitas coisas. (cf.Mc 6,33-34)

Animador(a): 
Quem são aqueles que correm atrás de nós para ouvir a mensagem? Nossos catequizandos? Seus pais? A comunidade? ( Nossa responsabilidade é grande!)
Cuidamos também da nossa própria formação como catequistas, a fim de poder anunciar em profundidade o Evangelho?
Que podemos fazer de concreto? (Breve reflexão)

(No final, pode haver um envio, feito pelo padre presente, e, se não estiver, pelo Coordenador(a) paroquial).
Vamos, primeiro, pronunciar nosso compromisso:

Todos:
Senhor, queremos comprometer-nos com a missão que tu nos confiaste:
anunciar a tua Palavra aos nossos catequizandos
e a todos que nos são confiados.
Saibamos preparar a terra, plantar, regar, colher
onde a tua graça quiser fazer germinar os frutos
do teu Reino de paz, amor e alegria. Amém.

Envio e Bênção.

Canto final:
Refrão: Deus que me criou, me quis, me consagrou, para anunciar o seu amor. (2x)
1. Eu sou como a chuva em terra seca: para saciar – fazer brotar. Eu vivo pra amar e pra servir. (2x)
É missão de todos nós. Deus chama. Eu quero ouvir a sua voz. (2x)
2. Eu sou, sou profeta de verdade. Canto a justiça e a liberdade. Eu vivo pra amar e pra servir.

CONFRATERNIZAÇÃO

(Fonte: Facebook do grupo Catequistas Unidos) 

Outro modelo de Envio dos Catequistas que encontrei na internet: Festa Do Compromisso e Envio Dos Catequistas 2011 2012http://www.scribd.com/embeds/66565822/content?start_page=1&view_mode=list&access_key=key-138rjx9ta7wo88kuojro

Celebração da Inscrição do nome

Escrutínio do 1º Domingo da Quaresma

Catequista: Padre _____________, aproximando-se as solenidades pascais, os catecúmenos e os crismandos aqui presentes, confiantes na graça divina e ajudados pela oração e exemplo da comunidade, pedem humildemente que, depois da preparação necessária e da celebração dos escrutínios, lhes seja permitido participar da celebração dos sacramentos.

Padre: Agora me dirijo a vocês, prezados catecúmenos e crismandos. Seus padrinhos e catequistas e muitos da comunidade deram testemunho favorável a respeito de vocês. Confiando em seu parecer, a Igreja, em nome de Cristo, chama vocês para os sacramentos pascais. Vocês, tendo ouvido a voz de Cristo, devem agora responder-lhe perante a Igreja, manifestando a sua intenção. Catecúmenos e crismandos, vocês querem receber os sacramentos durante o próximo tempo Pascal?

Candidatos: QUEREMOS!

Padre: Com a graça de Deus, acolhemos estes nossos irmãos para que, conosco, participem dos Sacramentos da Iniciação Cristã, sinal do amor de Deus por cada um de nós e caminho para a vida eterna, por Jesus Cristo, nosso Senhor.

Todos: Amém!