Dia das Crianças

Já estão preparando alguma homenagem especial para as crianças da catequese? O dia delas está chegando!

Na minha paróquia vamos fazer um piquenique partilhado com muitas brincadeiras, juntando todas as turmas no jardim, pois temos um espaço bem grande ao ar livre. Vejam como foi o encontro com as famílias:

encontro-com-as-familias

Mas eu sempre gosto de dar uma lembrancinha para os meus pequenos, por isso estou procurando alguma ideia diferente na internet. Por enquanto encontrei essas, o que acham?

1) Livrinho para colorir:

criacao-1 criacao-2 criacao-3 criacao-4 criacao-5 criacao-6

2) Porta lápis de Nossa Senhora Aparecida (pois é o dia dela também!):

lembrancinhamariacatequese

3) Jogo da memória da Arca de Noé:

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4) Relógio da oração (tem que imprimir e montar, para eles escolherem uma oração do dia):

relogio-de-oracao-1 relogio-de-oracao

5) Jogo da velha (pode ser de EVA ou feltro):

jogo-da-velha-1

jogo-da-velha-2

6) E que tal uma peteca? (achei muito legal!):

peteca peteca-molde-copia

(Fonte 1/Fonte 2)

Se tiverem outras sugestões, podem mandar!

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Dia do Catequista

No último domingo de agosto, mês das vocações, comemoramos o Dia do Catequista e eu não poderia deixar passar em branco esta data tão significativa para mim e para os milhares de catequistas que, com a graça de Deus, se dedicam a esta vocação com tanto amor e carinho.

Gostaria de compartilhar com vocês o modelo da lembrancinha que fiz para os 15 catequistas da minha paróquia:

Estandarte do Divino

molde bandeirinha molde espirito santo

Junto com esta linda mensagem:

PAI NOSSO DO CATEQUISTA

PAI – NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU,
Pai de todos nós, vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro catequista da humanidade e mestre de sabedoria.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o vosso nome pelo catequista que somos.

VENHA NÓS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e constância
Reino de força e coragem
Reino de serviço e doação

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU;
Seja feita a vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a vossa vontade no coração de todos.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do vosso Amor, a Eucaristia.

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS , ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
Perdoai nossa fraqueza na fé
Perdoai nosso desânimo e descompromisso cristão
Perdoai nossa não correspondência ao vosso amor
Perdoe todos os que praticam o mal

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da vossa Igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.

AMÉM !

Desejo a todos nós Catequistas um feliz dia e que Deus na sua infinita misericórdia nos abençoe, nos proteja e nos dê sabedoria para continuarmos firmes nessa caminhada rumo ao céu. Que Nossa Senhora, a Catequista de Jesus, nos cubra com seu manto de amor. Paz e bem!

Lembrancinha Dia das Mães

Olá colega catequista, como estão as preparações para o mês de Maria e mês das mães?

Gostaria de compartilhar o modelo de lembrancinha que a nossa catequese vai dar para as mãezinhas:

Imprima o molde (encontrado na internet):

molde nossa senhora feltro

Corte o feltro nas cores da sua preferência:

feltro Nossa Senhora

Depois de prontos, os chaveirinhos ficam assim:

nossa-senhora-feltro-colorido

santinhas de feltro chaveiro

Você também pode fazer um cartãozinho assim:

cartão dia das mães Mãezinha do Céu

O artesanato e a encíclica “Laudato Si’”

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Além dos elementos da ecologia, da tecnologia, do trabalho, da cidade, da beleza, presentes na Laudato Si’, eu creio que ela contém ainda um convite a repensarmos o valor profundo do trabalho manual artesanal.

Embora o artesanato em si não seja um tema da encíclica, esse tipo de trabalho me parece um elemento indispensável para a produção criativa sustentável e respeitosa da dignidade do ser humano. Lemos na Laudato Si’:

“um percurso de desenvolvimento produtivo mais criativo e bem orientado poderia corrigir a disparidade entre o excessivo investimento tecnológico para o consumo e o escasso investimento para resolver os problemas urgentes da humanidade; poderia gerar formas inteligentes e rentáveis ​​de reutilização, recuperação funcional e reciclagem; poderia melhorar a eficiência energética das cidades, e assim por diante. A diversificação produtiva oferece à inteligência humana possibilidades muito amplas de criar e inovar, protegendo ao mesmo tempo o meio ambiente e criando mais oportunidades de trabalho. Esta criatividade seria capaz de reflorescer a nobreza do ser humano, porque é mais digno usar a inteligência, com coragem e responsabilidade, para encontrar formas de desenvolvimento sustentável e equitativo, dentro de um conceito mais amplo da qualidade de vida. Por outro lado, é menos digno e criativo e mais superficial insistir na criação de formas de pilhagem da natureza só para oferecer novas possibilidades de consumo e renda imediata” (nº 192).

O artesanato está enraizado nas culturas e no respeito dos recursos ambientais; é um trabalho que respeita a qualidade da vida, permitindo que se viva onde se trabalha, ou não muito longe; é um trabalho intrinsecamente portador de virtudes, visando à produção, através das mãos e do engenho, de objetos duradouros, úteis e belos: é, assim, o trabalho produtivo ecológico por excelência e também o trabalho que não desumaniza, mas permite a realização da própria dignidade.

A questão do artesanato é intimamente ligada à questão da arte, embora as suas estradas tenham sido, muitas vezes, separadas à força.

De acordo com a reconstituição de Shiner [3], o ponto-chave para o estabelecimento do conceito de arte aconteceria na modernidade e consistiria justamente na distinção entre arte e artesanato: o artista se diferencia claramente daquele que tem competências e habilidades manuais, como se fosse a sua superação. Enquanto “antes” o artista era também artesão e no campo das artes entravam todos os ofícios, “depois” a arte constituiu um conjunto separado, perdendo o atributo da artesanalidade. Shiner tenta reconstituir o momento da separação inicial entre arte e artesanato na era dos “philosophes”, o século XVIII. De acordo com ele, arte e artesanato ainda convivem no Renascimento: “Eu considero que o Renascimento não estabeleceu os ideais modernos de arte, artista e estética; pretendo demonstrar que, apesar dos importantes passos nesta direção, o sistema antigo que unia arte e artesanato ainda vigia tanto na Itália de Michelangelo quanto na Inglaterra de Shakespeare”.

Shiner enfatiza que, para um artista pré-romântico ou romântico, diferentemente do artista renascentista, tudo reside exclusivamente num âmbito ideal: “Depois da ruptura do século XVIII, todos os aspectos nobres da figura do artesão-artista, como graça, invenção e imaginação, foram associadas apenas ao artista, enquanto o artesão tinha apenas, dizia-se, a habilidade: ele trabalhava seguindo o costume e mirava só o ganho”. Esta ruptura entre a arte e o artesanato merece reflexão. Separar a invenção da habilidade teve consequências profundas para a arte, que se viu aparentemente livre de regras e, ao mesmo tempo, privada de um “ofício”.

Se este procedimento pode parecer positivo e libertador, ele também coloca alguns problemas. Se reconhecermos a capacidade criativa do artista independentemente da habilidade técnica; se artista é aquele capaz de expressar-se de toda forma e por qualquer meio, então a definição da própria arte se torna problemática, a ponto de o mesmo Shiner observar que “só após a criação do sistema moderno da arte é que se pode perguntar: ‘Isso é realmente arte?’ ou ‘Qual é a relação entre arte e sociedade?’”. Como é sabido, o sistema de arte que faz a arte e o artesanato conviverem tem como fim uma beleza que coincide com a bondade do objeto, dentro de um horizonte de prática do ofício e de cultivo das virtudes morais. O diretor sueco de cinema Ingmar Bergman repetidamente manifestou o desejo de ser como um dos artistas-artesãos da Catedral de Chartres, sublinhando que, “em outros tempos, o artista permanecia desconhecido e seu trabalho era dedicado à glória de Deus. Ele vivia e morria sem ser nem mais nem menos importante que outros artesãos. A capacidade de criar era um dom. Num mundo como aquele, florescia uma segurança invulnerável e uma humildade natural”.

O artesanato tem relação intrínseca com a beleza; a produção industrial aboliu a “decoração”, tanto por motivações ideológicas estéticas quanto pela impossibilidade de produzir belas decorações com baixo custo. Os objetos industriais são todos iguais, enquanto os artesanais são portadores de um simbolismo, repletos de significados ligados a culturas e tradições específicas. Talvez o relançamento do artesanato faça parte do “voltemos” que, na última encíclica, o papa Francisco propõe às sociedades industrializadas e desumanizadas: “O desenvolvimento sustentável comporta, em alguns casos, novas formas de crescer, mas, em outros casos, em face do crescimento ganancioso e irresponsável produzido durante muitas décadas, também é preciso pensar em desacelerar um pouco, em colocar alguns limites razoáveis ​​e até a voltar atrás antes que seja tarde demais” (nº 193). Não se trata, obviamente, de retornar ao passado, numa espécie de tradicionalismo, e sim de resgatar o valor autenticamente criativo e inovador do trabalho artesanal.

Podemos imaginar um renascimento do artesanato não só no nível político das economias, mas também no nível pastoral, nas igrejas locais: paróquias e dioceses poderiam valorizar o artesanato local através de academias e escolas, capazes de promover um trabalho profundamente humano, marcado pela beleza e pela sustentabilidade.

(Fonte)

Calendário do Advento

calendario do advento

Este calendário do advento pode ser feito com a turma de catequese ou com os filhos, preparando seus corações para a chegada do Natal.

O fundo pode ser de tecido de algodão ou acolchoado.

A árvore pode ser de feltro ou lã.

As 24 bolsinhas são bordadas à mão com um número para cada dia do advento. Também podem ser escritas com caneta para tecido. Dentro de cada bolso há um enfeite para colocar na árvore a partir do primeiro dia de dezembro, também bordados à mão ou enfeitados com rendas e lantejoulas.

Eles podem ser presos na árvore com velcro ou percevejo (tachinha).

Há uma opção mais simples, fazendo tudo com EVA e fita adesiva:

calendario advento 3

Pombo Correio

Este é o nome da atividade que eu estou preparando para o retorno da catequese, para fazermos uma revisão. Aprendi no curso de formação da paróquia Nossa Senhora do Rosário, com a querida catequista Maria Inês. Ela nos deu uma apostila das Irmãs de Belém com vários jogos e brincadeiras para serem aplicados na catequese.

Como fazer: Divida a turma em 2 grupos. Um grupo receberá pombos de cartolina contendo uma pergunta sobre o tema que o catequista quiser aprofundar. Outro grupo terá cartões com as respostas. Cada catequizando que estiver com o pombo lerá sua pergunta e o colega que tiver a resposta correspondente deve respondê-la. O catequista irá pregando os pombos com suas respectivas respostas em um cartaz, que se formará em um mural muito bonito, principalmente se as peças forem coloridas…

Estes são os que eu fiz:

cartaz pombinhos

 

As perguntas vou retirar deste questionário postado AQUI.

Preparei também uma lembrancinha para comemorarmos o retorno da turminha: um chaveiro com um chinelinho divertido, que representa mais um passo na nossa caminhada rumo à Primeira Eucaristia:

chinelinhos de feltro