O Dia do Senhor

(Vandeia Ramos)

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Desde o Antigo Testamento, Israel espera pelo Dia do Senhor, em que o próprio Deus estabelecerá a justiça e atuará com misericórdia junto aos seus. O Povo de Deus acreditava que seria o momento em que brilharia entre as nações.
Começarmos o Advento com o anúncio desta vinda por Jesus dá um tema de reflexão importante. Afinal, Deus se faz carne e em nós no Natal. Então, por que o próprio Filho anuncia a vinda como uma Teofania? E de modo muito próximo ao proclamado no Antigo Testamento?
Vivemos no Tempo da Igreja. Entre o anúncio da vinda do Messias e seu retorno como Juiz, Deus vem ao nosso encontro para nos ensinar a ir até Ele em “espírito e verdade”. Ele irrompe o tempo e dá um novo sentido à vida, em uma nova perspectiva, espiritual.
Podemos fazer uma espiral entre o anúncio antigo, o novo, e a entrada de Jesus no tempo. Em Si, Ele antecipa a presença divina na humanidade, convidando-nos a compreender e a nos relacionarmos com Deus não mais limitados ao Templo de Jerusalém, em que somente os que estivessem próximos geograficamente poderiam ir adorá-lo. Ao se fazer um de nós, e em nós, supera o espaço e o tempo, tornando-se presente hoje também, bem como à pessoa humana de todos os tempos e lugares.
Somos felizes porque acreditamos sem ver. A fé nos alimenta e nos prepara para o Grande Encontro. Sim, a vinda de Jesus no Natal não cancela a vinda final como Juiz. Ao contrário. Sua vinda nos convida a um período de preparação, a reconhecê-lo nos que menos poderíamos esperar: no ventre de uma mulher, a Mulher, na família de Nazaré como referência de todas as famílias, no nascituro que precisa de cuidados e de amor para o desenvolvimento saudável, numa criança que depende de tudo dos adultos para crescer e se tornar uma pessoa madura.
Também podemos considerar o espaço geográfico. Numa cidade quase que perdida no mapa como Nazaré, uma entre tantas comunidades como a nossa, em lugares esquecidos, marginais, com vida voltada para Deus – a importância de prepararmos nossa família e os nossos.
O tempo também era bem difícil, com dominação do Império Romano sobre a Palestina, cobrando altos impostos, alimentando-se da corrupção, submetendo a fé de Israel às leis romanas. E mesmo assim Ele vem! E, cuidado pela Mãe, vai até Belém para nascer, com tudo que José poderia garantir. Silencioso, atravessa o seu povo, que continua a vida, sem perceber o que estava para acontecer.
Pela Igreja, somos chamados a nos prepararmos para esta vinda. O anúncio novamente se realiza. Jesus antecipa sua vinda para preparar a humanidade para a vida eterna, em que precisaremos compreender tudo ao nosso redor com os olhos do coração. Portanto, não fiquemos indiferentes à esta vinda, para que possamos ansiar pelo seu retorno e nos prepararmos devidamente.
O Advento é o momento enriquecido com graças especiais para nos unirmos em preparação para receber o Menino que nos será dado, o Filho de Deus de braços abertos e convidando ao abraço inocente e sem exigências, a Criança que somente deseja ser acolhida por todos.
Entre a noite da dominação imperial, das dificuldades do povo, do afastamento de tantos do que realmente era importante, Jesus vem! E um anjo precede e pergunta a uma menina, como tantas entre as nossas, em um lugar inesperado, como onde vivemos, e pede sua licença para que Deus paire sobre ela, como pairou sobre o Monte Sinai, onde paira sobre Israel na travessia do deserto, no Templo de Jerusalém. Deus se torna carne e faz de uma menina o seu Templo, no qual habitará por nove meses e dependerá para tudo por muitos anos.
O Amor é um Juiz muito exigente. Quer tudo de nós. Nosso tempo, nossa vida, nossa disponibilidade. Para tal, Ele se dá totalmente, estendendo os braços e pedindo para o recebermos. E é este mesmo Menino que se faz presente na Eucaristia e que retornará no fim. O mesmo que somos convidados a recebermos no nosso colo será o mesmo que voltará.
Portanto, vamos com alegria à casa do Senhor a cada domingo do Advento, preparando-nos para recebê-lo na Eucaristia, tornando-se presente em nós, entregando-se como Alimento para que possamos reconhecê-lo como Menino e não temer seu retorno.

“Eis que Eu venho”

(Vandeia Ramos)

Antevéspera de Natal e a expectativa já está no ar. A Igreja e as casas arrumadas, as famílias finalizando as preparações, o sentimento da ausência de alguns doendo mais forte… Depois de um ano tão intenso, começamos o ano litúrgico com a espera Daquele que vem para fazer tudo novo.
Na profecia de Miqueias podemos ter bem claro como Deus se utiliza das ações humanas que, mesmo com fim em si mesmas, são renovadas para que a Glória se manifeste. Mesmo com o censo obrigando José a ir até Belém fazer o recadastramento, o profeta já tinha anunciado que ali nasceria o Salvador. Aqui identificamos com facilidade Quem é que comanda a história e intervém na hora certa em nosso favor. Também é no nosso dia a dia.
A abertura dos corações de José e Maria nesta confiança faz com que não se prendam nas dificuldades, no atravessar Israel, Samaria e parte da Judeia, com uma gravidez chegando ao fim, para irem até Belém. Eles sabem que Deus cuida de nós. Não ficam presos no mimimi, na reclamação do calor, da areia do deserto, no autoritarismo de Herodes, nas condições insalubres de vida. Eles simplesmente seguem fazendo o que precisa ser feito. A preocupação está centrada no Filho que está chegando. Fazem o que lhes cabe e seguem o caminho.
É nesta confiança que nove meses antes Maria atravessou o mesmo caminho para ir até a casa de Isabel, logo no início de sua gravidez. Ela não chamou as amigas para celebrar a notícia, não marcou evento no Facebook, não começou a organizar o chá de bebê, não colocou anúncio no jornal nem mesmo foi a José. Ela foi ao encontro de quem precisava, como faz conosco hoje. E temos um dos trechos mais belos e ternos no Evangelho, da “Mãe do meu Senhor” que nos visita, sem merecermos.
No início da gravidez, Isabel, cheia do Espírito Santo, sem ultrassonografia, diz que sua prima está grávida, que é um Menino, e que este Menino é o seu Senhor. Aqui temos a centralidade da Encarnação na defesa da Vida, desde o início da gestação. Temos aqui a confiança de Maria, “que acreditou” e acredita quando somos fracos para não acreditarmos, sustentando nossa fé. Nesta confiança leva Jesus até Isabel e a presença da Mulher e sua descendência (Gn 3, 15) santifica João Batista no ventre de sua mãe. Pela “dobradinha” Mãe e Filho, o antigo se faz novo, a alegria inicia pelo cumprimento da Promessa do Senhor.
Hoje, nossa face já mostra os sinais de nossa salvação. Que possamos abrir as portas de nossas casas e de nossos corações para acolhermos a Família de Nazaré que está chegando. E que nossa família seja um pouco de Jesus, Maria e José. Um Feliz Natal para todos!

O Senhor cuida de nós

(Vandeia Ramos)

“… ficai satisfeitos com o vosso salário” (Lc 3, 14).

No mundo capitalista em que vivemos, cheios de conta para pagarmos, como ficar satisfeitos com o nosso salário? Quero fazer uma provocação para nesta caminhada do Advento podermos crescer na confiança de que o Senhor nos proporciona o que nos é necessário
Está chegando o Natal e as vitrines das lojas estão repletas de sugestões de consumo. Já estamos pensando na roupa que vamos usar para ficarmos sentados em frente à televisão. E os presentes? Paremos para pensar em que realmente precisamos. Quantas peças de roupa nos são necessárias? Compramos calçados por que queremos ou por que realmente está fazendo falta? A lixeira de nossa casa, o que estamos jogando no lixo? Quantos objetos temos que compramos por impulso de consumo e estão tomando espaço pelos cômodos, enchendo de poeira, dando trabalho na limpeza e na arrumação?
Maria e José já saíram de Nazaré rumo a Belém e estão levando somente o básico em um burrinho. Lembremos que é com este básico que irão para o Egito e viverão os primeiros anos de Jesus. Se precisássemos fazer a mesma experiência, o que levaríamos?
Precisamos mudar a pergunta de “temos tudo o que precisamos” para “precisamos de tudo o que temos?” É final de ano e sabemos que muitos não têm o mínimo para viver. Estas necessidades não estariam em nossa casa, entulhando e dificultando nossa vida? Será que muito das nossas contas não são por coisas que estão entre o lixo e os cantos, ou mesmo em armários?
Estamos no domingo gaudete, o domingo da alegria, em que já começamos a sentir a proximidade do Menino que chega. Sejamos valentes para aquela faxina de fim de ano. Arrastemos não somente os móveis para tirar a poeira de trás, mas também tudo aquilo que está sobrando e que tem os que esperam em suas necessidades. Aprendamos a sermos heroicos em nossas idas ao mercado, aos diferentes lugares, para que nos libertemos na escravidão do consumismo e comprarmos somente o que realmente nos é necessário.
Pensemos em nossas contas e sejamos sinceros conosco: o quanto gastamos sem real necessidade? O quanto já podemos mudar no próximo mês? Era realmente preciso aquilo, por aquele valor? Este testemunho de consciência de quem se é ajuda a lembrarmos que estamos aqui de passagem. A qualquer momento podemos ser chamados a ir à Belém e deixarmos tudo para trás. No fundo, nada é nosso. Só estamos aqui usufruindo do que Deus nos dá. Façamos com a consciência de que o mais importante nos é dado, e não comprado ou consumido. Deixemos espaço para a Grande Alegria tomar o espaço que lhe cabe em nossa casa e em nosso coração.

Somos todos da Imaculada

(Vandeia Ramos)

Logo no início do ano litúrgico temos a celebração da Imaculada Conceição de Maria, a concebida sem pecado original. Em frente a tantos desafios, podemos olhar para Nossa Senhora e vermos que Deus não desistiu de nós e de derramar suas graças. Que graça maior que a de recomeçar novamente a Criação?
Na Imaculada Conceição, podemos entender que o pecado, ainda que faça parte de nós, não é inerente. Só então pode o Cristo ser gerado, na pureza completa de uma mulher, da Mulher. Assim, a Imaculada nos chama também à pureza, ao recomeço, à santidade.
Assim temos as leituras da liturgia de hoje: a ação de Deus quer ser precedida da nossa aceitação, seja no “sim” de Maria, seja no “sim” de Zacarias. Também quer que preparemos o caminho, que sejamos preparados. Não podemos entrar numa turma, num cenáculo, num grupo de catequese e achar que o Espírito Santo vai agir em nós sem que consideremos sua ação anterior, em nossa preparação pessoal para a missão que nos é confiada. Entre o nascimento de João Batista e o de Jesus, tem a preparação de nove meses de seus pais.
Sabemos que a nossa preparação nunca estará completamente pronta, mas também sabemos que Deus só espera o nosso “sim” para começar a agir conosco e preparar o caminho para que nossos catecúmenos possam receber dignamente a Jesus.
Na gestação de João Batista podemos ver a esperança da Promessa que começa a ser cumprida. Um arauto é enviado para preparar o povo. Somos arautos que preparam Jesus Sacramento na Iniciação Cristã. Então, é o momento de tirarmos o cansaço do ano, o luto das perdas, as preocupações, e nos revestirmos da glória que o Advento nos traz. Já podemos anunciar que a Paz está chegando! A misericórdia vem vindo! A alegria de um Menino que nos é dado já começa a inundar os corações.
É o momento da comunhão. A exigência do Evangelho para sermos testemunhas é que seja anunciado a todos, e com nossas vidas. É a hora de perdoar, de olhar nos olhos, de suavizar a voz, de buscar o abraço. É a hora de rezar para que a graça de Deus aja em nossos corações. É o momento da Imaculada, que permite que a glória de Deus brilhe para todos através de si. Dirigindo nosso olhar para Maria, podemos ver a grandeza de Deus em sua pessoa, bem como a que nós somos chamados.
É o momento de cantar junto com Nossa Senhora que o Senhor faz maravilhas conosco, enchendo-nos da certeza de que Deus não nos abandonou e vem a nós em seu Filho. Que possamos, juntos com Maria, exultar de alegria no Senhor!

O nosso “sim” no “sim” de Maria

(Vandeia Ramos)

Uma voz clama: “Preparai o caminho.” Começa o Advento, o período de espera em que Jesus vem ao nosso encontro. Colocamo-nos ao lado de Maria em expectativa. A atitude cristã de esperar não é passiva, mas de festa. Como Mãe, Nossa Senhora se preocupa com o que é necessário para o nascimento do seu filho. E nós, como estamos nos preparando e ajudando os nossos a se prepararem? É preciso estar com tudo pronto.
O evangelho de Lucas nos lembra que Ele não é bem vindo pelos que temem a justiça. Como uma criança inocente causa tanto desconforto? Aqui podemos pensar nos projetos pessoais e de grupos em defender acirradamente o controle de natalidade com métodos abortivos. Ainda hoje uma criança é uma ameaça à vida de tantos… Ainda hoje uma criança inspira medo em pessoas, famílias, instituições e projetos de vida e de governo.
Uma criança, sempre um presente de Deus, exige uma mudança de vida, o romper com o egoísmo, um sair de si e voltar-se para as necessidades de outra pessoa, a confiança em quem envia o presente, muitas vezes de modo heróico, como Nossa Senhora. Pensemos numa adolescente do meio do nada de Nazaré, recém-casada, sem pais, que o filho não é do marido, numa sociedade marcadamente patriarcal, legalista e de moralismo exigente.
Queremos muito de Deus, mas em que medida confiamos? Em que medida aceitamos o que Ele nos apresenta? Maria não responde o “sim” porque acredita em sua capacidade maternal ou em suas condições materiais. O “sim” de Maria é de quem acredita Naquele que lhe presenteia, que vai cuidar dela e de seu Filho, que vai garantir tudo o que for necessário. É neste “sim” que o nosso precisa ser vivido. É esta radicalidade que possibilita seu e o nosso ficar em pé perante Deus.
Sabemos de tudo que envolve nossa vida e dos nossos. Muitas vezes o que queremos está ao alcance do nosso “sim”, da nossa entrega, do dar o passo da fé sem se preocupar com as nossas condições e limitações. É na distância de uma perna que se encontra a realização do que Deus preparou para nós e o que quer realizar através de nós. A um passo, temos o cumprimento das promessas. Com um “sim”, o Espírito Santo paira sobre Maria e o Pai envia seu Filho. Com um “sim”, o Sol da Justiça brilha na humanidade, o futuro se torna presente, no qual nossos catecúmenos são inseridos na dinâmica da salvação.
Sabemos que nosso “sim” precisa ser constantemente renovado, seja no credo, seja na riqueza da liturgia, seja em cada encontro de catequese. Vamos aprendendo uns com os outros sobre o amor de Deus que se manifesta em nossa vida, superando nossas dificuldades e dando sentido a elas. Na comunidade, aprendemos e ensinamos a agradecer e a seguir, tendo a escuta constante da Palavra, bem como a participação na vida familiar do céu através dos sacramentos.
Não vamos sozinhos a Deus. Vamos juntos. Não anunciamos sozinhos a sua vinda, mas como Igreja, acompanhados por Nossa Senhora, no anúncio de quem entra em processo de abertura e preparação para a vinda do Salvador. É o encontro entre a vinda de Deus até nós e nossa elevação em oração.
Preparemo-nos com Maria para o Natal. Que seja vivido em família e em comunidade, como Igreja que aguarda a vinda de seu Salvador.

Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?

(Prof.Felipe Aquino)

Neste segundo domingo, acendemos a vela branca na Coroa do Advento; a vela da Paz; porque vai chegar Aquele que é o Príncipe da Paz!

Logo que ressuscitou, Jesus deu a Paz a seus discípulos: “A paz esteja convosco!” (Jo 20,19). Nada é melhor do que a paz. Tudo está perdido se não há paz no coração, no lar, na pátria… Ele pode dar a Paz a seus discípulos porque venceu na Cruz a raiz amarga que a destrói, o pecado.

O profeta Isaías anuncia a necessidade de preparar o caminho do pregoeiro da Paz: “Preparai no deserto o caminho do Senhor, aplainai na solidão a estrada de nosso Deus. Nivelem-se todos os vales, rebaixem-se todos os montes e colinas; endireite-se o que é torto e alisem-se as asperezas: a glória do Senhor então se manifestará, e todos os homens verão juntamente o que a boca do Senhor falou.” (Is 40,1-5)

Que caminhos devem ser preparados senão os da nossa alma? Que vales e montanhas devem ser nivelados senão os da nossa alma, desnivelados pelas paixões e maus desejos?

O salmista canta: — Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração. Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra. A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.

É o domingo do Advento que nos convida à reconciliação com Deus; deixar o pecado, procurar Aquele que é o Único que pode nos dar a vida e a paz duradoura. É preciso perguntar: Como temos preparado a nossa vida para a chegada do Senhor?

 

A Importância de celebrar o Nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro

christmasNeste período do Advento nos preocupamos tanto em preparar nossas casas, nossas ceias, nossas confraternizações, que acabamos por “roubar” a festa do grande aniversariante que é Jesus. Nos preocupamos em presentear a tantas pessoas, até “amigos ocultos”, e o nosso “verdadeiro amigo”, já Revelado, é deixado de lado, como algo secundário, dispensável… Não podemos nos esquecer do Aniversariante no dia do seu Aniversário! Ele é o grande Presente que devemos receber e dar a todos…

São Pedro nos lembra que Deus não tarda a voltar, para Ele um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. Ele é o Senhor também do tempo, Ele criou o tempo e não está submetido a Ele. São Pedro avisa que o Senhor chegará na surpresa de um ladrão, a qualquer momento; então, é preciso estar preparado a todo momento. (2 Pd 3,8-14)

E o Evangelho também nos recorda que João Batista apareceu no deserto pregando um “batismo de conversão” para o perdão dos pecados. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão (Mc 1,1-8). Esta era a preparação para a chegada do Príncipe de Paz, do esperado das nações, do mais belo dos filhos dos homens.

Será que nós hoje também precisamos passar por um “batismo de conversão”?

(Fonte)